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domingo, 2 de junho de 2013

Aprovado pela CCT, Projeto de Lei que isenta impostos para as micro e pequenas empresas de TI.

A criação das empresas do ramo de tecnologia da informação, vem crescendo gradativamente de acordo com o aumento da demanda dos serviços, entretanto, muitas vão à falência muito antes de completarem dois anos de funcionamento. Fatos que norteiam esta evidência, estão agregados à inexperiência  gerencial, burocratização dos serviços, bem como, o nível elevado da carga tributária.
Para tanto, o senador José Agripino (DEM-RN), instituiu um projeto que atendesse o fomento dessas empresas, de acordo com redação dada pelo site Agencia do Senado, "projeto que concede isenção de impostos federais a novas micro e pequenas empresas de tecnologia da informação e comunicação foi aprovado nesta terça-feira (28) na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A matéria precisa ainda ser aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), antes de seguir para a Câmara."
Com intuito de incentivar empreendedores à ingressar no mercado, cria-se o Projeto de Lei PLS nº 321/2012 que dispõe sobre o Sistema de Tratamento Especial a Novas Empresas de Tecnologia - (SisTENET), projeto esse denominou tais empresas como Start-up. As novas empresas que se ajustarem às primícias do Art 2º do referido projeto de lei, poderão aderir ao sistema SisTENT no ato da inscrição na Receita Federal, pelo período de 02 anos, prorrogáveis pelo mesmo período, a contar da data da sua fundação.
O projeto em referencia, propõe a isenção total e temporária dos impostos federais, municipais e estaduais. Visto que, a receita bruta não poderá exceder o valor máximo de 30 mil reais, durante o período de vigência do cadastro no SisTENET.
Ainda de acordo com o site Agencia do Senado, "O Autor do projeto, o senador José Agripino (DEM-RN) explica que as start-ups são empresas “iniciantes e inovadoras, fruto das iniciativas de jovens que transformam boas ideias, muitas vezes concebidas no seio das universidades, em negócio lucrativos”.
 
Fonte: Portal GSTI

domingo, 6 de janeiro de 2013

Lenovo conclui integração com CCE e passa operar a marca brasileira

O grupo Lenovo completou a aquisição da fabricante brasileira de computadores e eletrônicos CCE. Depois da aprovação dos órgãos reguladores, em novembro de 2012, o processo de integração foi finalizado.

A operação foi concluída no dia 2 de janeiro, com a Lenovo adquirindo 100% da CCE em uma transação consistindo de ações e dinheiro em espécie, totalizando 300 milhões de reais. A CCE conta com três companhias: Digibrás Digiboard e Duas Mix.
Anunciada no dia 5 de setembro de 2012, a aquisição mais que dobra a participação da Lenovo no mercado de computadores do Brasil, o terceiro maior mercado de computadores do mundo. A compra, segundo a companhia, permite a execução de seu "plano de visão para a era PC+ com uma completa disposição de produtos ao consumidor que atinge as quatro telas: PC, tablet, smartphone e TV".

“Os consumidores brasileiros verão benefício imediato com essa aquisição, que traz produtos com a herança da Lenovo de inovação, qualidade e eficiência de entrega global, junto ao conhecimento da CCE sobre as necessidades do consumidor brasileiro e sua forte presença no varejo do País,” diz Dan Stone, presidente e gerente geral da Lenovo Brasil.

De acordo com Stone, depois do anúncio das novas instalações de manufatura e distribuição em Itu, São Paulo, a aquisição da base de produção da CCE e seu time de gerenciamento local, mostra a forte estratégia “global-local” da Lenovo. Essa ação, "estimula uma expansão rápida, combinando alcance global com investimentos locais, que refletem nosso compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro”, conclui.

Fonte: Computerworld

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

15 dicas para tornar seu perfil no LinkedIn mais atraente para emprego

O LinkedIn é uma valiosa rede social para quem procura trabalho,  mas também é utilizado por recrutadores para encontrar o candidato com o mix perfeito de habilidades.  Um perfil correto no LinkedIn pode aumentar a visibilidade, melhorar a presença na Web e fortalecer sua marca global profissional. Considere-o como seu currículo online, que contém todas as informações profissionais com um toque de personalidade.
Usar o LinkedIn estrategicamente pode ajudá-lo a ter vantagem sobre seus concorrentes. Mas por onde começar? CIO.com criou a lista [a seguir] de dicas para ajudar a tirar o máximo proveito da sua experiência no LinkedIn.
1. Transmissão de atividades temporariamente desativada
Quando você faz uma alteração em seu perfil no LinkedIn, como a adição de experiência de trabalho anterior,  ele transmite essa atividade para a sua rede. Se você não quer que as pessoas vejam que você está atualizando seu perfil, você precisa desligar temporariamente esse recurso. Para começar, clique em Settings no menu abaixo do seu nome no canto direito superior.
No "Perfil", clique em "Turn on /off  para Activity Broadcasts”.  No pop-up que aparece, desmarque a caixa e clique em Salvar.
Nota: não esqueça de voltar a essa definição e verificar  se  a atualização foi realizada com sucesso no seu perfil.
2. Adicionar palavras-chave
Recrutadores e empregadores, por meio do LinkedIn e outros sites de carreira, usam palavras-chave para atingir potenciais contratados. É por isso que as palavras-chave são importantes em todo o seu perfil, mas especialmente em "Especializações" . É por isso que você deve investir algum tempo para escolher suas palavras-chave. Pense sobre os termos que podem ser importantes para os potenciais empregadores. Para aumentar suas chances de ser encontrado por empresas potenciais, alinhe suas palavras-chave com o cargo que você está tentando conquistar.
Existem várias ferramentas que poderão ajudá-lo nessa tarefa. É recomendado você usar mais de uma. Aqui estão algumas “free”: Google AdWords, WordStream Keyword Tool, KeywordEye,  KeywordSpy e SEMRush.
3. Atualize sua foto
Recrutadores e empregadores regularmente usam o LinkedIn para encontrar candidatos e uma imagem profissional define o tom certo. Então, é hora de atualizar essa foto antiga. Encontre a imagem mais profissional que você tem. Uma foto inadequada é um tiro no pé.  Depois de ter escolhido a foto, é hora de fazer o upload para o seu perfil do LinkedIn. Isto pode ser encontrado clicando em Perfil -> Editar Perfil e depois clicando em "Editar foto" no canto superior esquerdo de sua página.
4. Atualize o seu cargo
Ele está localizado logo abaixo do seu nome, em seu perfil. É a primeira coisa que as pessoas vão ver quando visitam sua página e, como sempre, muitas vezes as primeiras impressões são as mais importantes. Portanto, essa mensagem precisa ser sucinta e clara. Use uma ou no máximo duas de suas principais palavras-chave em seu título.
5. Deixe sua personalidade brilhar
Seu "Resumo do perfil" é o lugar em que você pode mostrar um pouco de personalidade.  É importante a adição de mais dados relevantes, além do breve resumo do currículo, conforme necessário. Seu trabalho aqui é fazer com que os leitores tomem conhecimento  de suas habilidades e os instigue a querer saber mais sobre você. Incluir suas realizações, sua experiência e capacidade tecnológica. Você tem 2 mil caracteres aqui. Use todos eles se necessário e polvilhe palavras-chave, sempre que possível. Há muitas amostras disponíveis com uma simples busca no Google.
6. Construir e conectar-se a  grupos da sua rede
Chegar lá e interagir - é esse o papel fundamental da rede social. Isso não significa que "conectar" com cada pessoa, mirando as pessoas certas é vital para o seu sucesso. Seja seletivo e escolha respeitados colegas, especialistas da indústria, clientes potenciais e as pessoas com quem trabalham e assim por diante. 
Envolver-se em um grupo ou dois relevantes para a posição que você gostaria de conquistar é simples e fácil.  O LinkedIn  recomenda alguns. Para pesquisar em sua rede, clique em Grupos e em seguida, diretório de grupos. 
Adicionar conteúdo a grupos, quando possível , e contribuir para debates em andamento. Fazer isso não só vai ajudá-lo a aprender mais, como também a entrar em contato com  pessoas que poderiam contratar ou recomendar você .
7. Receba recomendações
Assim como as cartas de recomendação são uma parte importante do processo de contratação, as recomendações são uma característica-chave de seu perfil no LinkedIn. Recomendações de ex-chefes, colegas de trabalho e colegas podem percorrer um longo caminho quando os empregadores estão procurando por meio de perfis. Com demasiada frequência, entre duas pessoas para o mesmo cargo, está em vantagem quem tem as melhores recomendações.
A forma mais comum de obtenção de uma recomendação é recomendar alguém.  Procure apenas pessoas que conhecem bem o seu trabalho. O mesmo vale para a prestação de recomendações.
8. Defina o seu perfil 
A menos que você seja uma celebridade ou esteja no programa de proteção a testemunhas, você deve ter seu perfil definido para que o público possa vê-lo. O LinkedIn permite que você restrinja o acesso ao seu perfil. Mas se você está em busca de trabalho, então deverá liberá-lo integralmente. Mas você pode configurá-lo de acordo com a sua vontade e estratégia. Fazer isso é fácil, clique em configurações. Agora clique na aba "Perfil" no link intitulado "Editar seu perfil público." À direita, você vai ver "perfil público" configurações. Clique nas partes que você deseja compartilhar e as configurações são salvas automaticamente.
9. Atualize suas informações de contato
Os empregadores querem encontrar o seu perfil , mas querem que ele esteja atualizado. Se não estiver atualizado, você poderá perder oportunidades. Então, adicione seus endereços de e-mail mais recentes. Certifique-se de que inseriu sua principal conta de e-mail. 
Em "Informações Adicionais",  você vai querer adicionar também links para o seu site pessoal, bem como suas redes sociais.
10. URL personalizada
Personalizar a URL é mais atraente e limpo do que uma sequência de letras e números aleatórios. Pode ser construída com seu primeiro e último nome. Para configurar a sua URL, clique em Perfil no menu superior e escolha Editar Perfil.  Em seguida, clique em editar ao lado da URL abaixo da sua imagem. No lado direito da página, sob suas configurações de perfil público, é onde a sua URL atual é listada. Clique em editar para personalizá-la.
11. Adicionar sites
O LinkedIn tem um pequeno logo vinculado ao seu perfil. Você pode usá-lo em sua assinatura de e-mail, site, sites de redes sociais ou outros perfis online. Isso cria backlinks para sua página de perfil, o que melhora a sua visualização e ranking.
É necessário pegar o código e para fazer isso, clique em Perfil e depois em Editar Perfil. Agora clique em Editar no mesmo lugar que você fez para ver a URL personalizada. Na coluna do lado direito de navegação, próximo ao fundo, você verá “Badges”, logo abaixo, clicar no link, Criar um distintivo perfil. 
12. Incluir dados relevantes em “Experiência”
Recrutadores e empregadores que observam o seu perfil estão interessados, na maior parte das vezes, na sua experiência de trabalho. Por isso, é importante que você atualize essa seção constantemente. Adicionar algumas informações à sua experiência, incluindo mais do que apenas um cargo e datas. Adicionar um parágrafo ou dois para cada uma de suas posições, com as responsabilidades e destacar suas realizações. Especialmente importante aqui são as responsabilidades anteriores, que são relevantes para o trabalho que você está procurando. Coloque-as em destaque ou no topo do parágrafo.
13. Remover informações desnecessárias do histórico de trabalho
Profissionais de tecnologia em geral tiveram vários empregos, mas eles podem não ser relevantes para todos os seus objetivos de carreira atuais.  Coloque por último posições antigas que não podem contribuir para o papel que você está procurando. Não as remova completamente , pois poderia criar uma lacuna em seu histórico de trabalho. Simplesmente limite a colocar o nome da empresa e o cargo.
14. Mostre Educação e Prêmios
A parte da educação do seu perfil é na coluna da esquerda abaixo das Habilidades e Especializações. Esse é o lugar em que você vai adicionar todos os seus cursos e seminários, esboço das honrarias e prêmios.  A seção Prêmios está localizada na coluna da esquerda também, descendo a página sob Educação. Dentro de Informações Adicionais, você verá uma pequena área  Títulos e Prêmios. Clique no link Adicionar + bem próximo a ela e adicionar suas títulos e prêmios. Quando terminar, clique em Salvar alterações.
15. Compartilhe o seu trabalho
Encontre uma maneira de divulgar o seu trabalho nos seus grupos.  Profissionais podem querer adicionar links para seus artigos, desenvolvedores ou gerentes de TI podem querer mostrar  as diferentes formas de trará um problema ou compartilhar links para diferentes ferramentas, informações sobre tecnologias relevantes. 
Com o uso de aplicativos do LinkedIn, você pode compartilhar apresentações do PowerPoint, armazenar uma cópia de seu currículo que está disponível para download e muito mais. Eles podem ser localizados na página Applications LinkedIn.
Um perfil forte pode ser um diferencial importante para a conquista de uma oportunidade. O LinkedIn é um dos únicos sites de redes sociais que podem proporcionar  ROI para a carreira, principalmente porque atrai profissionais, por isso não há razão para não passar algum tempo lá para criar um novo perfil ou aprimorar o antigo.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Carros brasileiros serão identificados por RFID a partir de janeiro

Seis anos depois da criação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a iniciativa deve entrar em funcionamento em janeiro do ano que vem. Esta é a data prevista pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para que se comece a instalar, em toda a frota rodoviária do País, um chip de RFID (Identificação por radiofrequência) para armazenar dos carros.

O objetivo é facilitar o controle e a fiscalização do tráfego no território brasileiro por meio de monitoramento em tempo real. A implantação do sistema deve ser concluída até 30 de junho de 2014. O chip foi desenvolvido pelo Ceitec S/A, ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que está investimentos aproximadamente 5 milhões de reais na tecnologia nacional.

Segundo o coordenador de Microinformática do MCTI, Henrique Miguel, o mecanismo funciona a partir de um sistema de radiofrequência, que prevê a emissão de sinais por antenas espalhadas pelas cidades e rodovias.

Estes sinais são captados por um pequeno chip que integra a placa eletrônica a ser instalada no para brisa dos veículos de passeio e em outros locais específicos, no caso de motocicletas e carretas.

“É uma espécie de tag eletrônico, que vai permitir o controle do tráfego em tempo real. Ao ser acionado, o chip enviará dados do veículo às antenas que, por sua vez, enviarão as informações para as centrais de processamento, que verificarão a situação do veículo analisado. A tecnologia desenvolvida é bastante complexa e representa uma solução segura e barata, que pode ser reproduzida”, disse.

Monitoramento dos carros
Entre as aplicações do sistema, Miguel destaca a possibilidade de localizar um carro furtado e associá-lo ao proprietário, facilitando a recuperação do veículo e evitando a clonagem. Além disso, será possível fiscalizar a velocidade média dos automóveis e a circulação em locais e horários em que ela for proibida.

O Siniav também facilitará o serviço de cruzamento de dados relativos aos veículos e às obrigações do proprietário, como o licenciamento anual e o pagamento de impostos e de multas. Com o projeto, espera-se aumentar a segurança no envio de cargas e diminuir filas em pedágios, com a possibilidade de abertura automática de cancelas por meio da leitura do chip.

Henrique Miguel disse que, por se tratar de tecnologia inédita, o Denatran pôde formalizar o registro de patente no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual.

As informações obrigatórias que ficarão armazenadas no dispositivo são: número de série do chip, identificação da placa, categoria e tipo do veículo.
De acordo com Henrique Miguel, o serviço prevê a confidencialidade das informações relacionadas ao proprietário e o protocolo de segurança utilizado é confiável, baseado em chaves de proteção “extremamente modernas”.

Instalação obrigatória
Segundo a assessoria de imprensa do Ministério das Cidades, ao qual está submetido o Denatran, a instalação das placas eletrônicas caberá aos departamentos estaduais de Trânsito (Detrans). O custo para instalação do tag eletrônico, estimado em 5 reais ficará a cargo do proprietário do veículo e deverá ser cobrado junto com o licenciamento dos automóveis.

A assessoria da pasta informou que ainda estão sendo definidas as sanções que serão aplicadas aos proprietários de veículos flagrados sem o chip após o prazo final de implementação do sistema, o que pode incluir multa e perda de pontos na carteira de habilitação.

O Siniav foi criado pela Resolução nº 212/2006 do Contran para modernizar a tecnologia dos equipamentos e procedimentos empregados na prevenção, fiscalização e repressão ao furto e roubo de veículos e cargas. Segundo o Ministério das Cidades, a demora na implementação da iniciativa pode ser explicada pela necessidade de garantir abrangência nacional à ação, além da integração de órgãos públicos, como os Detrans, a Agência Nacional de Transportes Terrestres e a Receita Federal.
*Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

HDs ganham nova capacidade

Uso de gás hélio no interior dos dispositivos pode aumentar em 40% o seu espaço de armazenamento
A fabricante de discos rígidos Western Digital desenvolveu uma tecnologia para esses componentes que pode reduzir drasticamente a fricção interna e o consumo de energia do dispositivo, ao mesmo tempo em que proporcionará um aumento de 40% na capacidade de armazenamento. A tecnologia apresenta como novidade o uso de gás hélio, ao invés do ar comum, no interior dos discos rígidos (HDs).

O uso de gás hélio no interior dos discos rígidos elimina a turbulência nos discos, permitindo aumento da quantidade de pratos e sua capacidade chega 5,6TB

Os discos são hermeticamente selados e preenchidos com o gás, que tem um sétimo da densidade do ar. A presença do hélio reduz o arrasto sobre os pratos que compõem o disco rígido. Por estar selado com o gás, o dispositivo também não ganha contato com a umidade ou outras substâncias externas que podem contaminá-lo.

Com menor atrito interno, os discos podem operar a temperaturas de cinco a sete graus menores do que os atuais discos de 7200 rotações por minuto (RPM), e também sob condições ambientais mais severas. O benefício prático desta maior eficiência é o aumento da quantidade de pratos no interior da peça do disco rígido, passando de cinco para sete. Junto a isso, a tecnologia também possibilita o aumento da densidade (ou número de trilhas por cada polegada quadrada) de cada prato. Esses avanços resultam no aumento da capacidade de armazenamento.

Avanços

A redução da fricção interna também resulta na economia de energia. Os discos com gás hélio podem consumir 23% menos energia para movimentar suas partes internas, em comparação com os dispositivos convencionais. Um HD normal com cinco pratos consome 6,9 Watts quando em repouso, mas os novos discos de sete pratos com hélio consomem apenas 5,3 Watts.

Os discos atuais produzidos para data centers oferecem capacidade de até 4 terabytes (TB), com cinco pratos internos. Com a nova tecnologia, espera-se que a capacidade dos novos discos passe a 5,6 TB. Há uma década, o máximo suportado no prato de um disco rígido eram 100 mil trilhas por polegada. A tecnologia atual permite colocar até 500 mil trilhas por polegada.

O avanço desse sistema representa uma evolução de cerca de dez anos de trabalho, tempo no qual os pesquisadores tentavam fazer funcionar uma solução desse tipo, sem vazamento, que também fosse viável para fabricação em grande volume.

A novidade, desenvolvida pela Hitachi Global Storage Technologies (uma subsidiária da norte-americana Western Digital), deve estar disponível no mercado no próximo ano. O principal foco dessa nova plataforma tecnológica são os sistemas de computação em nuvem e os centros de dados corporativos. 

terça-feira, 31 de julho de 2012

Microsoft lança portal Outlook.com que substitui o Hotmail

A Microsoft lançou nesta terça-feira (31) o portal de e-mails Outlook.com, que substituirá o serviço Hotmail (clique aqui para acessar). O novo serviço,  que une a parte Live.com e contatos do antigo Hotmail, bem como contatos do Messenger e arquivos do Skydrive, já está disponível para usuários brasileiros.
Os endereços de e-mail do Hotmail dos usuários não serão alterados, a mudança ocorre apenas na página de acesso do serviço. Não haverá mudanças na senha do usuário, nos contatos, nas mensagens recebidas e enviadas, nas pastas de e-mails e em outros recursos utilizados e criados para uso no Hotmail.

Para atualizar sua conta, o usuário deve acessar o site www.outlook.com digitando seu endereço de e-mail e sua senha atuais. Em um teste feito pelo G1, usuários que possuem contas no Live.com já conseguem acessar o serviço visualizando o novo Outlook.com.
Como novidade, também, haverá uma versão do Skype embutida no serviço, dispensando a instalação do programa no PC. Na prática, qualquer computador que o usuário acessar e que possui uma câmera poderá ser usado para usar o programa de videochamadas. O serviço ainda não está disponível e seu lançamento deve ocorrer nas próximas semanas.

O Hotmail tem 60 milhões de usuários no Brasil. Mundialmente são 360 milhões de usuários em 220 países.

O Live.com era o portal de serviços da Microsoft em que o usuário podia acessar o Hotmai, o Office on-line, o Messenger e o Skydrive. Ao entrar no endereço do serviço, alguns usuários já são redirecionados ao Outlook.com.
O visual das páginas se assemelha ao do Windows 8, novo sistema operacional da companhia que será lançado no dia 26 de outubro. Além de acessar e-mails, o usuário pode conversar com os amigos, acessar contatos e o calendário. Arquivos que ficam no Skydrive, serviço de armazenamento na nuvem da empresa, ficam na mesma área, permitindo serem compartilhados por e-mail.

O Skydrive tem 7 GB de espaço de armazenamento gratuito para todos os usuários.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Primeira carga da bateria de eletrônicos pode ser mito

Um estudo publicado em 2010 pela Battery University (em inglês) demonstra que as baterias de íons de lítio, as mais comuns atualmente, simplesmente param de carregar quando estão cheias. Isso é: para esse tipo de bateria, que está presente em praticamente todos os celulares, notebooks e demais equipamentos eletrônicos modernos, não faz diferença estar ou não conectada à rede elétrica quando a carga for 100%.
Esse estudo confronta uma situação conhecida dos compradores de equipamentos eletrônicos: a orientação dos vendedores para que a carga inicial da bateria seja mais longa do que as demais. Além disso, vai de encontro à idéia dos usuários de laptops que retiram a bateria do equipamento quando estão conectados à tomada.

Ainda de acordo com o estudo de 2010, o tempo de vida médio dos componentes é de três a cinco anos e o que mais desgasta as baterias é a exposição ao calor, sendo o pior cenário possível manter uma bateria 100% carregada sob altas temperaturas.

Fala consumidor

“Que eu saiba a primeira carga é de 12 horas, mas da última vez que eu comprei um notebook ninguém falou nada. O vendedor do primeiro computador não explicou o motivo, só disse que eu tinha que dar a carga inicial de 12 horas”, diz Daniel Gomes, 25, analista administrativo.

A estudante Lorena Farias, 23, também recebeu uma orientação específica, seguida até hoje nos seus equipamentos: “sempre deixei oito horas carregando. Pior é que alguns vendedores me fizeram essa recomendação”.

Recomendação semelhante também foi dada ao estudante Victor Carvalho, 22. “Tanto na compra do celular quanto do notebook o vendedor me orientou a dar uma carga inicial de oito horas”, afirma.

Nos três casos, a orientação do vendedor foi equivocada.

Fonte:
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/tecnologia/2012/06/05/noticiastecnologia,2853093/primeira-carga-da-bateria-de-eletronicos-pode-ser-mito.shtml

terça-feira, 29 de maio de 2012

Aumenta o poder de influência das redes sociais no consumo

A geração de consumidores que compram por meio, ou por influência, das redes sociais assumirá um papel de destaque nos padrões de consumo, diz estudo do banco Barclays, realizado no Reino Unido. Em 2021, o levantamento prevê que 41% dos consumidores serão influenciados pelas redes sociais, ou deverão usá-las para realizar compras.

As vendas no modelo social commerce duplicararão nos próximos cinco anos, alcançando mais de 3,3 bilhões de libras, ou 4,1 bilhões de euros, estima o banco. Na faixa etária dos 25 aos 34 anos o número de consumidores adeptos do social commerce deverá subir, de acordo com um comunicado da instituição.

O estudo do Barclays prevê que esse indicador atinja os 73% em 2021. Perto de 70% dos compradores online no Reino Unido, por exemplo, já são usuários ativos de redes sociais. O número de pessoas que compram por meio de sites como Facebook, Twitter e Pintesest crescerá, desempenhando um papel mais forte enquanto agentes influenciadores e integradores de múltiplos canais.

Os consumidores estão receptivos a novas ideias, sugestões e recomendações nas redes sociais. Assim, o banco espera que nos próximos cinco anos as vendas influenciadas pelas redes sociais dupliquem de 1,7 bilhão de euros para 4,1 bilhões de euros. Em comparação, o estudo prevê que as vendas diretas cresçam de 250 milhões de euros para perto de 374 milhões de euros.

Moda, calçado, música, filmes e produtos alimentares serão os segmentos que se beneficiarão de um crescimento nas vendas devido à influência das redes sociais.

“Quando alguém conhecido, em quem confiamos, nos recomenda algum produto, essa indicação ganha uma credibilidade enorme. E os consumidores não têm medo de expressar a opinião nas redes sociais, o quanto gostam ou não de um determinado produto ou serviço. Por sua vez, essa opinião cria uma espiral de opiniões sobre um produto ou marca”, explica Richard Lowe, líder de operações retalhistas no Barclays.
O executivo sugere que as empresas explorem novos meios de chegar às comunidades das redes sociais, de forma a criar experiências de compras cada vez mais personalizadas.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/05/25/aumenta-o-poder-de-influencia-das-redes-sociais-no-consumo/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bancos miram Internet e abrem brechas para os hackers

A maior parte dos grandes bancos brasileiros não se protege de crimes eletrônicos como deveria. A conclusão é de uma análise realizada pela consultoria KPMG e apresentada nesta quarta-feira, 23, durante o Seminário sobre Segurança da Informação, organizado pela Febraban. 

A análise foi apresentada por Frank Meylan, sócio da prática de IT Advisory da KPMG, para quem a atenção dada pelos bancos aos seus canais de relacionamento é desigual: muito foco na internet, quase nenhum nas agências. O analista lembrou que as agências continuam sendo o principal canal do banco com seus clientes e que hoje passam por profundas transformações.

“Os bancos tratam as agências como ambiente interno, e por isso acreditam que estão menos sujeitas a riscos”, disse. No entanto, Meylan lembrou que estas mesmas agências estão mudando hoje para absorver novas aplicações, embora continuem com seus parques desatualizados.
Um exemplo: as redes sem fio estão cada vez mais presentes na estrutura das agências. “Geralmente estas redes são implementadas seguindo rígidos padrões de segurança, mas o risco surge ao longo do tempo”, disse. De acordo com Meylan, a manutenção e a atualização destas redes geralmente são feitas por terceiros e sem a fiscalização dos bancos quanto ao cumprimento dos padrões de segurança existentes no início. O resultado é que estas redes estão se tornando, cada vez mais frequentemente, portas de entrada para hackers e fraudadores.

Outros canais de relacionamento também apresentam problemas. Os caixas eletrônicos, por exemplo, sofrem com a falta de padronização. Meylan disse que, em um grande banco, é possível encontrar até 30 modelos diferentes de caixas eletrônicos. “Essa diversidade é uma fonte de vulnerabilidades para invasão de redes”, diz.
No canal internet, para a KMPG, representa o maior desafio, já que é o mais exposto. Meylan revelou que aqui se encontram vulnerabilidades de aplicações e de infraestrutura. “Muitas aplicações mantêm um legado grande para se manterem competitivas, sem a devida manutenção dos padrões de segurança”, disse, lembrando que o crescimento do mobile banking torna o problema ainda mais complexo.

Diante deste quadro, a recomendação da consultoria é que os bancos mantenham-se atentos a três pontos:
1 – assegurar que o básico está sendo bem feito. Para Meylan, os bancos devem contar com um perímetro bem configurado e monitorado, além de equipes bem treinadas para responder em tempo às ameaças.
2 – aprimorar o SLA com os provedores de acesso a internet. A análise aponta que os bancos, sozinhos, não são capazes de lidar com todas as ameaças e que os provedores de acesso devem fazer a parte deles.
3 – inovar na gestão de crise. “É preciso, por exemplo, conhecer a origem dos acessos válidos que possibilite a criação de uma lista de acessos permitidos. Caso haja a necessidade de bloqueio, estes clientes não seriam prejudicados”, disse Meylan.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Quais as tecnologias de segurança estão em alta e em queda?

O crescimento das redes sociais, da consumerização e uso de cloud computing aumentou os desafios dos Chief Security Officers (CSOs). Eles estão sendo obrigados a rever as políticas de segurança e também a buscar ferramentas de proteção mais eficientes que atendem as necessidades do atual cenário. Muitos dos sistemas existentes na empresa podem estar defasados e terão de ser abandonados dentro de um a cinco anos, prevê o estudo TechRadar da Forrester.

A pesquisa levantou dez tecnologias de segurança da informação conhecidas dos CSOs e listou cinco delas que estão em alta e outras cinco em queda, conforme você confere a seguir.

Tecnologias de segurança em alta:

1 – Ferramentas de configuração de auditoria:


Segundo a Forrester, os sinais não são muito visíveis agora, mas daqui a três ou cinco anos as ferramentas de auditoria terão adoção mais ampla. Elas serão mais procuradas devido ao número crescente de violações de segurança de dados e por causa do atual ambiente regulatório.

2 – Análise de malware:
 As avaliações para resposta a incidentes e gestão de vulnerabilidades vão exigir um uso maior dessas tecnologias nos próximos anos. Analistas das Forrester afirmam que as ameaçam estão aumentando e que as organizações terão ser mais certeiras na inspeção de tráfego de rede.

3 – Criptografia de rede:
Embora a criptografia de rede esteja presente nos sistemas de infraestrutura, como roteadores e switches, a Forrester constata uma procura maior por sistemas autônomos para realizar essa tarefa. Como fatores de adoção, a consultoria destaca as exigências regulatórias para cifrar e proteger os dados.

Dentro de um a três anos, esse mecanismo deverá se tornar uma tendência independente da pressão de conformidade com as regras e padrões internacionais, principalmente pelas grandes companhias que precisam ser mais rigorosas com o controle de dados confidenciais.

4 – Modelagem preditiva de ameaças
Esse conceito ainda é relativamente novo. Em razão disso, as organizações precisam fazer análises sobre a maneira mais correta de proteger dados, fazendo a modelação proativa de ameaças, diz a Forrester. Em três a cinco anos, pode passar para outro patamar. Contudo os “custos e a complexidade de ferramentas de modelagem de ameaças atuais ainda são uma barreira para que as empresas abracem esta nova tecnologia”, explica a consultoria.

5 – Mitigação de ataques DDoS (negação de serviço distribuído):
 Embora a indústria ofereça há algum tempo produtos para evitar ataques DDoS, a Forrester constata que  ainda há poucas soluções efetivas para combater esse problema. Mas, devido ao aumento do fenômeno dos “ativistas cibernéticos”, as ofertas para proteção de DDoS tendem a crescer, especialmente pela modalidade de serviço.

Tecnologias de segurança em queda:

1 – Controlo de acesso de rede:
A Forrester acredita que as tecnologias NAC (Network Access Control) individualizadas vão desaparecer nos próximos cinco a dez anos. Elas só conseguirão sobreviver se forem integradas às suítes ou em sistemas de infraestrutura.

Pelas projeções da Forrester, apenas 10% dos tomadores de decisão de TI irão implementar NAC nos próximos 12 meses. “As soluções são difíceis de implantar, dimensionar e gerir”. Há muitas arquiteturas NAC e as abordagens requerem integração com componentes de infraestrutura de rede”, aponta o estudo da consultoria. “Os sistemas de NAC convencionais não conseguirão barrar as pessoas mal-intencionadas em busca de ganhos financeiras”, alerta a estudo.

2 – Transferência segura de arquivos:
A necessidade de transferir e compartilhar arquivos de forma segura entre parceiros de negócios é cada vez maior. Mas em três a cinco anos, a colaboração será mais por meio de serviços baseados em cloud computing, em vez de ser por appliances, de acordo com a Forrester.

3 – Gestão unificada de ameaças:
Embora bastante usada em pequenos escritórios e filiais na implementação de redes locais, os sistemas de gestão unificada de ameaças (Unified Threat Management – UTM) se tornarão ultrapassados. Eles deverão ser substituídos por gateways de segurança que hoje são equipados com firewall integrado e capacidade para detectar intrusões. Segundo a Forrester, em um a três anos essas plataformas evoluirão para enfrentar maiores desafios empresariais.

4 – Firewall tradicional:
O mercado de firewall tradicional ficará ultrapassado com o aumento dos sistemas de nova geração. A consultoria prevê uma substituição dessa tecnologia nos próximos dez anos. O firewall convencional continuará sendo a peça mais importante de ciberdefesa, pelo menos nos próximos cinco anos.

5 – Prevenção de intrusão (como dispositivo individualizado):
 A Forrester constata que o mercado para sistemas ou dispositivos individualizados de prevenção de intrusão (Intrusion Prevention Systems) está em declínio – apesar do seu sucesso e de os sistemas serem desenvolvidos pelas maiores empresas do mundo.

Essas tecnologias vão desaparecer nos próximos cinco ou dez anos. Isso acontecerá com integração de gateways multifuncionais e firewalls, os especialmente de nova geração.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2012/05/20/quais-as-tecnologias-de-seguranca-estao-em-alta-e-em-queda/

sábado, 19 de maio de 2012

Aplicativo transforma smartphone em mouse e controle remoto para o PC

Sem mouse para usar com o notebook? Quer controlar a distância o volume da música no seu desktop? Pois saiba que é possível usar o seu smartphone para essas funções, com aplicativos como o Remote Mouse, para iPhone e Android.

O programa possui versão gratuita (com algumas limitações) e opção completa para o celular da Apple por US$ 1,99 (cerca de R$ 3,60). Já o Android conta apenas com a versão sem custo.


Para utilizá-lo, é preciso instalar o aplicativo no smartphone, ligar a conexão Wi-Fi na mesma rede do computador que deseja controlar e baixar o programa no PC. Depois, é só clicar em Auto Connect no seu telefone ou inserir o endereço IP do desktop para que seu novo “controle remoto” seja identificado pelo sistema.

A partir daí, a tela do celular ganha uma interface com botões de mouse. Já a área acima dos botões vira um trackpad. Ao deslizar o dedo, o cursor segue a mesma direção no monitor do computador. Se você estiver largado no sofá, a vários metros do seu equipamento, basta usar o mouse para trocar de música, por exemplo.
Também é exibido um pequeno teclado. Ao girar para o modo paisagem no iPhone, o usuário é avisado que precisa adquirir a versão completa para ter acesso a um teclado completo. Já no Android, a tela se adaptada, mas o teclado desaparece.

Apesar de ser uma ferramenta útil e interessante, o Remote Control tem alguns problemas de funcionamento. Quem tenta usar a tecla de interrogação, por exemplo, visualiza a letra Q no meio do texto. Na versão para iPhone há uma tela na qual o usuário simplesmente não consegue mais voltar para o menu principal.
Ainda assim vale o download, principalmente da versão gratuita.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Site mostra quem buscou seu nome no Google

Uma ferramenta online é capaz de mostrar de onde são os usuários que buscaram seu nome no Google recentemente. Chamado de BrandYourself, o serviço é gratuito e tem como principal objetivo auxiliar na análise dos perfis que buscam por uma determinada pessoa na Internet.

Com esses dados em mãos, o usuário pode utilizar técnicas de SEO para melhorar a sua visibilidade no buscador, atendendo assim a necessidades específicas, como um foco de resultados com melhor posição para um determinado assunto, um certo público ou para buscas em uma determinada região.
A startup responsável pelo BrandYourself construiu um banco de dados de endereços de IP públicos, que é o que torna o recurso possível. Eles usam esses IPs para combinar os dados dos IPs de destinatários e visitantes em seu perfil com as empresas que possuem endereços específicos na rede. Os visitantes da página chegam até ela, de forma mais frequente, por meio do Google. No entanto, o recurso pode funcionar sem problemas com outros motores de busca.

O sistema ainda está em desenvolvimento, e possui lacunas na sua estrutura. Por exemplo, é fácil rastrear os IPs de grandes empresas, mas muitas pequenas empresas ainda não são listadas no serviço. No entendimento da BrandYourself, para minimizar esse problema, é fundamental que os usuários se envolvam, estimulando o envio dos IPs das pequenas corporações para o sistema. “A ideia é mostrar para o usuário que as pessoas estão te procurando, incentivando assim a atualização constante do seu perfil. Dessa forma, ele sempre vai estar atento se os resultados de busca vão mostrar as melhores referências ligadas ao seu nome”, diz Patrick Ambron, cofundador do BrandYourself.
No painel do usuário é possível otimizar até três referências do seu nome, podendo aumentar a posição nos resultados de busca. Parte desse processo de promoção inclui a criação de uma página de perfil, na qual ele pode vincular a essa página todos os demais perfis online do usuário, indo de sites pessoais e redes sociais, até à sua página no LinkedIn.

Segundo Ambron, desde o lançamento do site em março, mais de 25 mil usuários se inscreveram no BrandYourself. Aproximadamente 80% deles criaram perfis ativos, cerca de mil decidiram assinar o perfil Premium do serviço, que custa US$ 10 por mês - aproximadamente R$19 -, e que permite um número ilimitado de referências a serem promovidas nos resultados de busca. O conceito é semelhante ao que o LinkedIn faz, que mostra exatamente quem visitou o seu perfil profissional, com a diferença que, além da promoção das referências, qualquer pessoa conectada poderá visualizar seus dados.

Fonte:
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/05/site-mostra-quem-googlou-seu-nome.html

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A Tropa de Elite chamada TI

Esse artigo tem como enfoque utilizar o filme TROPA DE ELITE I, utilizando-se de ações e informações fornecidas pelo filme; e por questões didáticas não vou me ater aos cenários de violência, etc..
O enfoque do filme é sobre como as operações (Projetos) da equipe comandada pelo Cap. Nascimento são bem sucedidas naquilo que foi colocado como objetivo. Mas será que o sucesso era somente da equipe dele do BOPE (batalhão de especialista)?O BOPE tem como atuação em situações específicas e situações críticas (lê-se: “apagar incêndio”) da policia “normal”, e isso fico claro quando Cap. Nascimento fala: “… o BOPE entra onde a Policia Normal não resolve…”.
O BOPE é um departamento da policia militar do Rio de Janeiro, de policiais bem treinados, especialistas e que trabalham em equipe, talvez inspirados pelos valores, declarados em algumas falas de personagens. Como diria Jack Welch, quando existe pratica cotidiana desses valores e por isso tem resultado natural. Diferente dos valores que comumente encontrados descritos no hall de entrada das instituições ou escritos do Planejamento Estratégico para “inglês ver” da maioria das instituições.
Outra situação que percebemos é que antes do inicio da operação (projeto), tinha como acontecimento, uma fase de planejamento, onde eram:
•  Alinhadas expectativas;
•  Traçadas estratégias de execução;
•  Estudos sobre área (favela);
•  Exposição clara do objetivo da operação;
•  Todos participavam e colaboravam.
Mas claro e não esqueçam que o BOPE também “apaga incêndio”, e por mais que “não gostem” e isso não é regra geral, terão que fazer. Porque isso é que esperamos de especialistas, profissionais com experiência e treinados com esse objetivo.
Trazendo para realidade.
No primeiro paragrafo fala sobre a atuação do BOPE, na sua empresa ou instituição é claro tanto para qual o papel do Setor/Departamento TI? Sua atuação ou situações específicas onde ela tem ou pode participar? Então como podemos exigir (ou sermos exigidos) se não sabemos, ou pelo menos isso não é claro, qual o papel da TI no negócio da empresa.
Mas agora você deve esta pensando duas coisas (ou mais):
  1. Você não falou nada de novo e já li isso milhares de vezes em outros artigos.
  2. Acontece exatamente isso comigo e não sei como agir.
Respondendo aos 02 pensamentos. Lembra-se de na sequência falei do BOPE departamento (ou Unidade conforme a policiai classifica) da Policia Militar composto por especialistas. Será todas as outras unidades da corporação “tem sucesso” em suas operações? Algumas sim, mas a maioria não, pelo mais variados motivos que não são focos desse artigo. Assim como o Bope, equipes de TI não são especializadas (e certificadas) e treinadas (formação, cursos, etc.), e porque seus projetos não são um sucesso? Porque utilizam SCRUM no lugar do Guia PMBOK? Ou porque tem um profissional SCM – Certified Scrum Master no lugar de um PMP – Project Management Professional?
Todas as alternativas anteriores são negativas. O que de fato falta é trabalharmos em equipe, mas sem antes termos valores. E de novo parafraseando Jack Welch sem colocar tudo isso em prática. Não estou falando de deixar de chamarmos as pessoas de recursos ou assim classificarmos no planejamento de nossos projetos, e quando vamos para prática não dermos condições de execução das suas atividades, e falo de um “bom clima” de trabalho FORTEMENTE sustentado pelos valores que são respirados e praticados.
Outro fator é que independente de falta de organização dos outros setores da policia, e todos tem sua importância, o BOPE tinha suas forma de planejar e execução suas demandas e ainda tinha como premissa serem especialista no que fazem. Trazendo isso para TI (setor de especialistas) identificamos que muitas iniciativas de implantar Gestão de Projetos nas empresas surgem ou mesmo são fomentas pelo setor de TI. Inclusive ex-gerente de projetos de TI “migrando” para posições corporativas.
E hoje percebemos claramente na prática e em pesquisas que AS PESSOAS fazem a diferença nos nossos projetos, inclusive em TI. Pensamos na “Cloud”, no hardware, no software e nos profissionais só vemos seu currículo e não as pessoas por trás dele.  Lembra que entrevistando pessoas para equipe de Desenvolvimento numa empresa, depois de apresentar que tipos de projetos iriam desenvolver, perguntei por que as pessoas queriam trabalhar ali? O resultado que ficaram as pessoas que se identificaram com as propostas e condições oferecidas na empresa. Sei que isso é uma raridade e quebra de paradigmas, mas de fato funciona.
E assim como o BOPE, a TI também “apaga incêndios” e vai fazê-los por algum tempo. Afinal esperar ter CNTP (Condições Normais de Temperatura e Pressão) para fazer o planejamento de TI é o mesmo que conceber tais condições para os processos de inovação tecnológica ou desenvolvimento, sempre vai funcionar em “Laboratório”. Portanto utilizemos gestão tanto na prática como na visão de nossas ações, as mudanças de fato virão.
Para finalizar, mesmo tendo usado um exemplo “fictício” do filme “Tropa de Elite”, no final do ano passado vimos na execução (Invasão do Complexo do Alemão) e no discurso dos atuais comandantes e ex-comandantes (agora consultores de segurança) que o filme é um “retrato” da realidade. Então as ações/projetos precisam de especialistas (na TI só tem isso), acrescentamos um pouco planejamento, divisão de tarefas, trabalho em equipe e com certeza nossas chances de sucesso serão efetivas. Então façamos disso uma prática diária e constante nas nossas organizações.

Fonte:
http://www.tiespecialistas.com.br/2011/02/a-tropa-de-elite-chamada-ti-uma-abordagem-gerencial/

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sua empresa tem infraestrutura disponível?

Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada.

Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o seu site de e-commerce, que gera dezenas de milhares de reais receita, exibe uma mensagem de erro para todos os seus clientes potenciais. Com as redes sociais em ebulição, em questão de segundos esse problema pode cair no Facebook, Twitter ou em outras mídias dociais. Para piorar a situação, hoje não é um dia normal, mas a data de maior volume de negócios do ano, como acontece em períodos como Dia das Mães, Natal etc.

Este cenário de pesadelo é um exemplo extremo do que sua empresa pode experimentar com a indisponibilidade de serviço no pior momento possível. Nunca é uma boa hora para a queda de sistemas de negócios, mesmo em paradas planejadas. Hoje com empresas globais, funcionando em horários diferentes, a TI muitas vezes tem que funcionar 24 horas aos sete dias da semana, dependendo da atividade.

É por essa razão que as empresas estão cada vez mais construindo sistemas de negócios e infraestrutura que estejam sempre disponíveis para evitar quedas. Porém, não existe um botão mágico que permita isso. Os processo são complexos e demorados. Eles exigem planejamento e dsenvolvimento de uma estratégia para encontrar o local perfeito, que garanta que seus serviços funcionem 24 horas por dia, 365 dias por ano.

A Computerworld da Espanha traçou algumas dicas em conjunto com o instituto Forrester para ajudar a reduzir o impacto de quedas bruscas. Veja a seguir:

1- Entenda os custos da indisponibilidade de serviços críticos A maioria das empresas não sabe calcular quanto custa para os negócios a queda de sistemas críticos. Estimar o impacto de uma interrupção, contabilizar prejuízos com perda da reputação e retenção de clientes pode ser uma tarefa assustadora. É preciso saber colocar na ponta do lápis a receita que a empresa deixará de ganhar e todas as possíveis perdas, com adoção de medidas que assegurem que a situação não se repetirá.

Lembre-se que o cálculo do impacto varia de empresa para empresa. Ou seja o custo de downtime muda de negócio para negócio. No exemplo acima, é preciso saber quantos clientes potenciais deixaram de comrpar e em que hora o acidente aconteceu. Em que momento do dia o serviço ficou fora do ar e por quanto tempo. Uma interrupução ao meio dia tem um custo diferente de uma queda às 3 da manhã, dependendo da atividade da companhia.

2- Análise toda a infraestrutura Não se deve reduzir a ordem de armazenamento ou outro componente de qualquer estrutura de TI. A percepção holística geralmente é a correto. É importante considerar e calcular o tempo de toda a infraestrutura e sempre procurar soluções para os problemas de negócios de ponta a ponta.

3- Combinação entre objetivos de negócio e de TI Uma vez que você calculou o custo de inatividade e mudou a abordagem da análise da infraestrutura, avaliando de ponta a ponta, o próximo passo é selecionar as tecnologias adequadas para suportar os serviços críticos.

Atualmente, há muitas ferramentas que podem apoiar nesse processo, como arquiteturas específicas para reiniciar rapidamente as máquinas virtuais, monitoramento remoto de equipamentos ou de serviços baseados em nuvem e deduplicação.

A parte mais difícil é encontrar uma abordagem que case com seus objetivos de disponibilidade e que também coincida com o que a empresa está disposta a pagar para proteger sistemas críticos. Há ainda a opção de terceirizar a infraestrutura com um data center, contratar sites backups e ter um plano de continuidade de negócios, para que a operação volte em menor tempo possível.

4 – Disponibilidade 100% é quase impossível O objetivo das empresas não deve atingir 100% de disponibilidade de todos os seus sistemas de negócios, mas apenas para as aplicações críticas. Apesar ter muitas empresas que estão perto de atingir essa meta, a manutenção da infraestrutura disponível o tempo todo é praticamente impossível. Muitas coisas podem dar errado com infraestrutura e aplicações. Podem acontecer desastres naturais, erro humana ou até mesmo manutenção mal planejada.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/gestao/2012/05/09/sua-empresa-tem-infraestrutura-disponivel/

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Pequenas empresas são maioria no Google Apps

Embora o Google tenha apresentado o Google Apps como solução de produtividade adequada para as grandes empresas, a maioria dos usuários do serviço é os pequenos negócios.

Uma pesquisa realizada pela Cloud Alliance com mais de 50 mil administradores do Google Apps identificou que 69% dos 'early adopters' são empresas que têm entre um e dez funcionários e outros 21% têm entre 11 e 50 funcionários. Apenas 3% dos usuários têm mais de 500 empregados.

A Cloud Alliance diz que o resultado não é uma surpresa, já que as pequenas constituem a grande maioria dos 'early adopters'. “Elas têm menos burocracia, permitindo o teste e a adição de novas tecnologias mais facilmente", aponta o levantamento.

A pesquisa constatou ainda que as grandes empresas são muito mais propensas a se preocupar com segurança e privacidade antes de adotar o Google Apps. De acordo com a Cloud Alliance, mais do que um quarto das empresas com 200 ou mais empregados disse que a segurança e a privacidade era uma das maiores preocupações, enquanto cerca de 17% dos negócios com menos de 200 funcionários apontou o mesmo.
Segundo o levantamento, os setores que mais adotam o Google Apps são publicidade e marketing (11%), construção (6%) e educação (5%).

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/04/30/pequenas-empresas-sao-maioria-no-google-apps/

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Cearense transforma peças de PCs em obras de arte

O leitor de HD descartado se transformou na cabeça de um pássaro, o antigo CD player virou o corpo de uma enorme aranha e a máquina fotográfica quebrada agora é um robô. Com muita criatividade, o cearense Armando Oliveira consegue transformar materiais que ficariam sem utilidade por anos a fio em verdadeiras obras de arte.

Armando trabalha com manutenção de computadores e, há cerca de cinco anos, após o fechamento da oficina onde atuava, decidiu usar toda a sucata tecnológica que seria descartada na fabricação de objetos artísticos. A familiaridade com as peças ajudou na concepção e na construção de cada escultura. Objetos como HDs, placas-mãe, memórias de computador, processadores, entre muitos outros, viraram matéria prima para uma série de criações.

O primeiro trabalho foi um boneco que chamou de "Surfista Tech", feito a partir de uma webcam, uma antiga máquina fotográfica e a chapa de um ferro elétrico. Aos poucos, a coleção foi aumentando, e hoje inclui aranhas, caranguejos, pássaros e motocicletas, todos construídos com peças provenientes de equipamentos eletrônicos quebrados ou descartados.

No processo de fabricação, Armando utiliza apenas cola para fixar e algumas ferramentas para separar as peças, mas não modifica o formato original de nenhuma delas. "Se mudar, tira a essência da coisa", ressalta. Cada obra demora cerca de um dia para ficar pronta e é concebida inteiramente na imaginação do artista, que não faz uso de nenhum tipo de rascunho, desenho ou projeto.

Ele conta que o material utilizado nas criações era encontrado com mais facilidade no passado, mas hoje tem de ser comprado nas sucatas da cidade após intensa procura. Para realizar seu trabalho, Armando adquire peças por meio de doações e vende algumas de suas peças em troca de matéria prima.

A mudança no formato e tamanho das peças também tem dificultado um pouco o labor do artista. "O HD antigamente era maior, e os processadores também foram diminuindo. Hoje a gente não encontra mais, tem que procurar em muita sucata", destaca Armando.

Sucata reaproveitada

Além de constituírem uma fonte de renda, as criações são, para Armando, uma forma de reciclar materiais que ficariam inutilizados por muitos anos. O artista conta que, em suas mãos, a sucata tecnológica é100% reaproveitada. Até mesmo equipamentos grandes, como máquinas fotocopiadoras e computadores antigos são reaproveitadas.

"É muito importante, porque a maioria dessas coisas vai pro lixo. Algumas peças são derretidas para tirar o ouro, mas precisa de muitas pra isso", destaca o artista.



Negócio lucrativo

No início, o trabalho era só um hobby, mas com o interesse de muitas pessoas em adquirir as obras, a diversão se transformou em negócio. "Era só uma brincadeira, até que levei um para minha irmã em São Paulo e, um tempo depois, ela pediu para levar outros, por encomenda das pessoas", lembra Armando.

Aqui, as vendas começaram na praia e depois passaram à internet. Armando mantém um blog onde posta imagens das esculturas e uma conta em um site de comércio eletrônico através do qual vende suas criações. Além disso, a esposa do artista também ajuda na divulgação do trabalho por meio de seu perfil pessoal no Facebook.

As peças custam a partir de R$ 50, de acordo com o tamanho de cada uma. A mais cara já vendida chegou a valer R$ 250, feita por encomenda de um cliente. Por mês, Armando consegue obter entre R$ 600 e R$ 800 com a venda das obras. Mesmo com o lucro, ele afirma que ainda não é possível viver apenas da arte.

Agora, o plano de Armando é fazer com que seu trabalho seja conhecido por mais pessoas. Para isso, o artista organiza uma exposição de suas obras, com previsão para junho deste ano.

Mais informações
O artista cearense Armando Oliveira cataloga sua coleção de esculturas em seu blog pessoal.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Você não curtiu a Linha do Tempo no FB? Extensão faz voltar ao visual antigo

Timeline Remove funciona nos principais navegadores e permite voltar à interface antiga, mas exige acesso à atividade web do usuário para isso.

Até agora, somente as empresas foram obrigadas a migrar para a Linha do Tempo no Facebook, mas a postura, adotada no fim de março, serve como um aviso: em breve, os usuários também terão de adotá-la.

Aos que temem este a nova interface, ou que a experimentaram e não gostaram, há uma opção. A extensão Timeline Remove (Remoção da Linha do Tempo) é compatível com os navegadores Internet Explorer, Firefox e Chrome, e permite retornar ao perfil antigo ou mantê-lo pelo tempo que o internauta desejar.

O funcionamento é simples: basta visitar o site oficial, instalar e reiniciar o browser. Antes, porém, atenção para as permissões que o programa solicita para funcionar. Ele requer acesso aos seus dados na rede social, seus favoritos e sua atividade web, o que para muitos pode parecer invasivo.

Nove aeroportos ganham internet grátis e ilimitada

Nove aeroportos do Brasil começaram a oferecer internet sem fio gratuita e ilimitada desde o final da última semana. Passageiros na sala de embarque dos aeroportos de Recife, Fortaleza, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Belo Horizonte (Pampulha), Porto Alegre, Brasília e São Paulo (Guarulhos e Congonhas) já podem acessar a web, informou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero.

O nome da rede é "INFRAERO wi-fi grátis" e deverá ser conectada após um cadastro com informações pessoais, como nome e RG. Para acessos posteriores, o usuário deverá informar somente um e-mail e criar uma senha com seis dígitos. Além disso, o número do cartão de embarque também deverá ser informado.
O serviço estará disponível somente para os passageiros que estiverem dentro da sala de embarque. Até o momento, a Tim, que participou de uma consulta pública realizada pela Infraero em 2011, é a única operadora a participar do projeto, que estará, até o final desta semana, em um período de testes para que os passageiros possam identificar a qualidade da internet. Há um limite, no entanto, de número de acessos simultâneos. Como informou a Infraero, em Guarulhos (SP), até 500 passageiros poderão acessar a internet, enquanto que, em Congonhas, o número é de 600 pessoas.

O cenário deve mudar com a entrada de pelo menos mais duas operadoras que estão no projeto: a Linktel e a Net. Segundo a Infraero, o objetivo é aumentar o número de aeroportos a receberem o serviço gratuito e ilimitado ainda em abril de 2012. A meta é que todos os aeroportos do Brasil tenham acesso à web dentro dos próximos meses, principalmente os que estão relacionados à Copa do Mundo de 2014.
A Infraero não informou o valor investido no projeto pelas operadoras de telefonia móvel, mas adiantou que a contrapartida feita pelo governo é em publicidades espalhadas nos aeroportos. Anteriormente, a Infraero disponibilizava internet restrita de 15 minutos antes do embarque.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

ERP e BI formam dupla imbatível para os negócios

Compesa, Ferragens Negrão, Leroy Merlin, Petrobras e Smart.Net renovaram a gestão unindo ERP e BI. A química tecnológica proporcionou vantagens estratégicas, facilitando o atingimento de metas e o bom posicionamento diante da concorrência.

Algumas empresas vão além da parceria com o cobiçado Business Intelligence e exploram o máximo do poder da integração com o sistema de gestão empresarial. É o caso da Smart.Net, marca de soluções de prestação de serviços em tecnologia do Grupo VR. A plataforma tecnológica da companhia funciona orquestrada, unindo ERP, CRM [ambos da Oracle], BI [da MicroStrategy], sistema de billing, e SN Core, solução desenvolvida internamente que cuida das transações de pagamento que somam mais de 700 milhões ao ano.

A inovação tem uma responsabilidade importante: ganhar eficiência para controlar os cerca de 5 milhões de cartões (refeição, alimentação e transporte) em mais de 1,4 mil cidades em todos os estados do País, de 125 mil estabelecimentos credenciados.

Andreia Tavares, gerente de BI do Grupo VR, explica como essa cadeia tecnológica funciona. “O CRM é a porta de entrada de contratos, atendimento ao cliente, abertura de ordens de serviço de máquinas etc. Essas informações alimentam o SN Core e partem para o billing, onde é feito o faturamento. Do billing, os dados vão para o ERP e lá são geradas notas fiscais, contas a pagar e a receber etc.”

O ERP é parte da operação da companhia há mais de dez anos e é atualizado de acordo com o cronograma de novas versões da fabricante. Segundo Andreia, com a chegada do BI, modificou-se a forma de tomar decisões de negócios e foi possível criar uma cultura analítica. Diversos dashboards e relatórios permitem que os cerca de 60 usuários diretos do BI e os mais de cem que têm acessos às informações monitorem e controlem o andamento dos negócios, podendo agir de forma preventiva e corretiva.

O resultado dessa arquitetura, prossegue, traduz-se em inúmeros benefícios entre eles maior eficácia da força de trabalho, melhoria nos processos de negócios, acompanhamento e monitoramento dos níveis de serviços a clientes internos e externos, aumento da produtividade e melhor acompanhamento dos resultados financeiros e operacionais. “O projeto trouxe transparência e credibilidade para a relação com o cliente e permite identificar pontos críticos na operação. Não se pode fazer gestão em cima do operacional”, pontua Andreia.

A gerente de BI do Grupo VR cita que algumas vezes o BI se comportou como “dedo duro” da operação e permitiu melhorias. Como exemplo, ela destaca a área de atendimento aos clientes interno e externo. “Antes, o caso mais importante para ser resolvido era o primeiro que aparecesse na mesa. Agora, com um painel, é possível priorizar casos críticos e a ferramenta ajuda emitindo alertas preventivos”, detalha.

De olho nos ganhos obtidos, Andreia afirma que faz parte dos planos da companhia outros caminhos como análises preditivas, disponibilização de informações em tempo real e uso da versão móvel do BI.

Máxima integração ao ERP [da SAP] também é o mote do novo desenho do ambiente de TI da Petrobras Distribuidora (BR).  Há um ano, ao sistema de gestão empresarial somam-se as funcionalidades da ferramenta de BI e de Supply Chain, ambas também da SAP, e a de CRM da Oracle. De acordo com Nelson Costa Cardoso, CIO da BR, mais uma solução fará parte desse quadro, a de gestão de transporte, que ainda estão escolhendo.

Cardoso diz preferir trabalhar com variados fornecedores e assim extrair o máximo de cada uma das soluções. “Integrar essas tecnologias não é um complicador, visto que toda a nossa plataforma é baseada em Java. Esse recurso faz o link com todas as aplicações, dessa forma a integração torna-se tarefa simples de ser realizada”, afirma.

O ERP da companhia é altamente estratégico na avaliação do executivo, visto que opera desde o chão de fábrica à sede e é base para visualização de cenários críticos. “Trabalhar com recursos analíticos integrados ao ERP facilita em muito o trabalho de gestores que precisam tomar rápidas decisões. É possível ter uma visão muito mais ampla.”

Não diferente, o BI dá o tom ao ERP da distribuidora de materiais de construção Ferragens Negrão. O sistema de gestão empresarial, da Informata, coleta e disponibiliza informações gerenciais detalhadas, de forma unificada, para auxiliar no planejamento estratégico. Utilizado nas áreas de Compras, Vendas e Logística, substituiu uma tecnologia desenvolvida internamente. O BI da Ahead Tools extrai do ERP as informações necessárias para os negócios.

Mauro Saling, diretor Comercial da Ferragens Negrão, conta que o alto potencial de cruzamento de dados e a fácil interpretação dos relatórios do Business Intelligence possibilitaram um raio X em tempo real da situação comercial da companhia e tornaram-se essenciais para o desenvolvimento de planos e ações com base nos históricos apresentados.

No setor de Vendas, 830 representantes lidam diretamente com a ferramenta de BI e agora eles têm acesso a dados diários sobre estatísticas de venda por cliente, por região e acompanhamento de metas da área. O departamento de Compras, por exemplo, controla por meio dos relatórios, a não conformidade de produtos, ajustes de margem, faturamento, entre outros. A equipe pode se munir de dados necessários para executar as tarefas do dia a dia. Pontos de melhoria foram identificados e colocados em prática, segundo a empresa.

Para Saling, a vantagem de integrar as duas plataformas é que as mudanças, se necessárias, são realizadas de forma rápida, facilitando o alinhamento com os negócios. “Como vivemos evoluções constantes, ajustes sempre têm de ser feitos e podemos incrementar o ERP e turbinar o BI”, assinala.

Outro papel importante do BI para o ERP, afirma o executivo, é que a solução de inteligência passa a assumir um papel de auditor do sistema de gestão. “Informações contábeis, de cobrança e de estoque, tudo isso pode ser verificado. Fazemos conferência de todo o processo, avaliamos se há pontos de divergência e atuamos para resolver”, detalha.

Além disso, as plataformas vão ajudar na expansão da Ferragens Aragão. “Como ganhamos capacidade de avaliar quais regiões mais demandam nossos mais de 25 mil itens, incluindo ferramentas e produtos elétricos, podemos instalar unidades nessas localidades e ampliar o alcance da companhia”, observa.                                                                 

Na mesma trilha pelas vantagens analíticas , a Leroy Merlin, que atua no mercado de material de construção, decidiu que o ERP terá de apresentar essa capacidade embutida. “A empresa apoia-se na filosofia de descentralização e queremos partilhar indicadores de todos os processos de negócios possíveis com o maior número de profissionais”, conta Anderson Cunha, CIO da Leroy Merlin no Brasil.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Instagram lança versão para Android na Google Play

O Instagram, famoso aplicativo de edição e compartilhamento de fotos para iOS (Apple) lançou nesta terça-feira a sua esperada versão para Android, o sistema operacional móvel da Google. Gratuita, a primeira leva 1.0 do software já está disponível na loja Google Play para Android 2.2 (FroYo) ou superior, com avaliação cinco estrelas. O site de cadastro de e-mail para receber informações do lançamento agora permite o download.
"Nós vimos mais de 30 milhões de pessoas baixarem o Instagram para criar e compartilhar fotos em seus dispositivos iOS, e agora estamos felizes por oferecê-lo também no Android",

Instagram para Android é similar ao aplicativo para iOS
O aplicativo do Instagram para Android oferece uma experiência de uso muito familiar quando comparado ao aplicativo desenvolvido para iOS. Foram inclusos os mesmos 18 filtros da versão feita para os aparelhos Apple e os mesmos ícones para identificar as opções de menu como página inicial, popular, novidades, perfil e lista de seguidores. As cores e design são bem similares, com poucas diferenças notadas no primeiro uso. Uma notícia boa é que o aplicativo disponível na Google Play Brasil também está em português.
É possível ainda conectar contas de Twitter, Facebook, Foursquare e Tumblr. As plataformas Flickr e Posterous, presentes no iOS, não foram incluídas como opções de compartilhamento. Uma função "privacidade da foto" está disponível em configurações para que o usuário possa optar por solicitar uma autorização antes que alguém comece a segui-lo na rede social.
Usuários de Instagram para iOS podem fazer login em dispositivos Android com as mesmas credenciais usadas nos aparelhos Apple. Para isso, basta inserir nome de usuário e senha já utilizados em iPhones e iPods. Caso não se lembre, o aplicativo fornece um "esqueci minha senha" na página de início.
"Estamos ansiosos para ver as suas fotos e ouvir os seus comentários", disse a companhia pedindo o feedback dos primeiros usuários.
Ainda não conhece o Instagram? Basta baixa o aplicativo gratuitamente na Google Play - antiga Android Market - tire uma foto e escolha um filtro para transformar a aparência da imagem. Em seguida, publique no seu feed do Instagram e compartilhe as imagens também em outras redes sociais.

Fonte: