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quinta-feira, 21 de março de 2013

O profissional de TI e as responsabilidades de sua função

Os profissionais da área das áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) recebem, nos últimos anos, uma valorização que os alçou a posições de cunho decisório, em muitas organizações.
Tantas atribuições funcionais acabam por gerar, também, uma série de responsabilidades muito maiores, de ordem civil e penal, que podem interferir para o bem ou para o mal, no desenvolvimento de projetos e da própria empresa, se não tomadas com extrema cautela e conhecimento do que se está fazendo.
De acordo com a Constituição Federal, qualquer um que viole a vida privada, honra ou imagem de outras pessoas, está sujeita a ser indiciada por danos morais ou materiais, sendo obrigada a pagar indenização. Nossa legislação civil obriga a reparar o dano, aquele que por ato ilícito, ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar a lei e causar dano a outro. Também há a obrigação de reparar os danos quando a atividade desenvolvida implicar riscos aos direitos dos outros, e, nesse caso, não existe área que se encaixe melhor, no quesito “atividade de risco” do que a TI. Em casos extremos, a justiça já chegou a punir uma lan house, por considerar seus serviços prestados como atividade de risco. Ela foi responsabilizada pelo envio de mensagens impróprias, por um usuário, por não ter tomado as medidas necessárias para identificar seus usuários.
Para a lei, inserir ou facilitar a inserção de dados falsos, bem como a modificação, divulgação e/ou exclusão imprópria de dados que estejam corretos, segundo o banco de dados da Administração Pública, é crime.
Esses são fatores que exemplificam o porque que o profissional de TI deve deixar bem esmiuçado em seu contrato as condições referentes à clausulas de confidencialidade, as funções desempenhadas e o grau de responsabilidade que ele terá, num possível acontecimento danoso, para a empresa. Deve, também, sugerir constantes melhorias nos processos de gestão, informando prejuízos que podem ser sofridos, futuramente, e tomar algumas medidas de precaução, por conta própria, como a execução de back-ups, para prevenção contra a perda de dados.

Fonte: CNASI

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Oracle libera 86 correções de segurança, incluindo 18 para o MySQL

A Oracle prepara-se para liberar 86 patches de segurança que cobrem vulnerabilidades em diversos produtos. De acordo com a empresa, 18 das correções são direcionadas para o banco de dados MySQL.
Duas das vulnerabilidades do MySQL podem ser exploradas remotamente, sem a necessidade de um nome de usuário e senha, segundo anúncio de pré-lançamento das correções postado no site da Oracle. Pelo menos uma delas tem um "score base" de 9,0 na base Common Vulnerability Scoring System (CVSS), que vai de um a dez, sendo dez a pontuação mais perigosa.

O lote de correções, que está agendado para a próxima terça-feira (15/1), também inclui uma correção para o banco de dados Oracle para as versões 10g R2, R1 11g e 11gR2. Embora a vulnerabilidade também tenha uma pontuação de base 9,0 na CVSS ela não pode ser explorada remotamente sem credenciais.
Cinco correções serão direcionadas para o Oracle Database Mobile/Lite Server e todas elas podem ser exploradas remotamente sem a necessidade de autenticação, aponta a Oracle. A pontuação dessa ameaça na CVSS é de 10,0, de acordo com a fabricante.

Vários componentes do Oracle Fusion Middleware, incluindo o WebLogic Server e Access Manager, receberão sete patches. Cerca de 13 atualizações preocupam o Oracle Enterprise Manager Grid Control. Todas são exploráveis remotamente, sem credenciais.

As correções restantes incluem os ERPs Oracle E-Business Suite e JD Edwards, assim como o Sun Storage Common Array Manager e a tecnologia de virtualização da Oracle. No último patch, em outubro de 2012, a Oracle resolveu 109 problemas.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Seis dicas para garantir a segurança e a gestão de tablets e smartphones

Neste ano houve muita discussão sobre o crescente fluxo de dispositivos de consumo sendo usados para fins profissionais e pessoais. Muitas organizações ainda estão encontrando o caminho das pedras para garantir os níveis de segurança adequados e gerenciamento dos dispositivos que foram levados para dentro das empresas.
Ao considerar o poder que aplicações e malwares podem exercer sobre tablets e smartphones e ainda a constante atualização de soluções para gestão de aparelhos, líderes de segurança têm, de fato, muitos desafios pela frente.
Aqui estão seis dicas para ajudar a obter uma gestão eficiente e blindar os dispositivos móveis:
1. Ter uma política móvel forte
Essa parece ser uma dica simples e óbvia, mas, muitas vezes, há uma clara desconexão entre funcionários e expectativas dos empregadores de como os dispositivos de consumo serão utilizados na empresa.

Pesquisa da consultoria IDC descobriu que não apenas os trabalhadores estavam usando seus dispositivos o dobro do permitido, como também pensavam que os empregadores eram muito mais permissivos no uso de dispositivos de consumo do que eles realmente eram. Por isso, é vital contar com uma política de uso móvel claramente definida para evitar esse tipo de mal-entendido.
Uma política de uso de dispositivos móveis é uma estrutura que define quem são os usuários e quais dispositivos eles podem usar e orienta sobre quais plataformas e aplicações que podem e não podem ser utilizadas. As empresas devem definir claramente políticas em torno de reembolso e quais aplicativos os usuários podem acessar por meio de dispositivos pessoais, juntamente com uma orientação clara sobre quem controla os dados dos aparelhos.
2. Crie um inventário de ativos
Como você pode ter certeza da segurança de dispositivos móveis dos funcionários se não sabe quantos estão lá fora e de quem são? A implementação de um sistema de gestão robusto e atualizado regularmente é parte vital de qualquer sistema de gestão de dispositivos móveis.
Embora muitas empresas tenham um inventário de ativos fixos e sem fio, a maioria não é atualizado e validado em uma base regular. Isso leva a potenciais problemas de segurança a partir de dispositivos desconhecidos ou que estejam sendo usados de forma inadequada. Companhias com inventários precisos têm uma visão muito mais clara de seus ambientes de telecom.
3. Garantir a configuração adequada dos dispositivos
A variedade de dispositivos e plataformas pode transformar a configuração de aparelhos em um processo desafiador. Handsets, smartphones, tablets com sistemas operacionais diferentes e funcionários que trabalham em vários locais torna a questão ainda mais complexa. 
No entanto, se um dispositivo é registrado em um servidor de gestão de dispositivo móvel, um perfil de configuração definido e gerenciado por um administrador de TI pode ser implementado, permitindo que o aparelho interaja com sistemas corporativos. Um nível adequado de encriptação pode também ser adicionado a quaisquer comandos provenientes do servidor para garantir que as configurações não possam ser alteradas sem a devida autorização.
4. Implementar a segurança adequada
Apesar do grande fluxo de dispositivos de consumo no local de trabalho, muitas organizações não implementaram controles de segurança em resposta ao movimento, deixando-os em risco. Pode acontecer a violações da segurança ou ainda perda de dados sensíveis.
A criptografia de dados é uma poderosa peça do quebra-cabeças da segurança móvel e muitas empresas não usam o recurso regularmente. Além de implementar a criptografia de dados, companhias precisam informar os trabalhadores sobre os riscos de não cumprir com os protocolos de segurança - há uma boa chance de que eles não tenham conhecimento dos riscos associados com o uso de seus dispositivos pessoais para fins profissionais.
5. Regular protocolos de aplicações
Levando em consideração que há milhares e milhares de aplicações móveis, protocolos fortes precisam ser instituídos para a implementação ou a gestão de aplicações.
Malwares constantemente invadem lojas de aplicativos, por isso, eles precisam ser verificados antes de serem autorizados pela empresa. Tais aplicativos maliciosos podem assumir o dispositivo móvel e operá-lo em segundo plano, sem que o usuário saiba, em busca de informações sensíveis, como senhas ou dados bancários.
6. Fornecer treinamento e suporte ao usuário final
Uma parcela relativamente pequena das funcionalidades do dispositivo móvel é usada numa base regular. Com dispositivos cada vez mais sofisticados, os usuários podem acabar subutilizando todas as funções que estão à sua disposição. 
Como resultado, a maioria das empresas se beneficia ao fornecer treinamento adequado ao usuário, incluindo como configurar e-mail, personalizar o dispositivo, selecionar aplicativos, compreender as capacidades do navegador, usar mensagens instantâneas e serviços de dados móveis e compreender as funções de atalho. 
Suporte e treinamento podem aumentar a eficiência do trabalhador e também reduzir os riscos de segurança, já que os funcionários podem compreender melhor como funcionam seus aparelhos.
Gerir a mobilidade do empregado não precisa ser um pesadelo. Com as estratégias adequadas, os empregados e empregadores podem colher os benefícios da mobilidade.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Empresas precisam garantir segurança de forma pró-ativa

Pesquisa realizada pela consultoria Coleman Parkes Research, a pedido da HP, indica que a segurança da informação no ambiente corporativo, assim como o gerenciamento inteligente e pró-ativo, são fundamentais para lidar com a complexidade do ambiente de segurança das organizações.

O estudo, que envolveu 550 entrevistados em 16 países, incluindo o Brasil, indica a urgência de estabelecer uma abordagem holística em relação à segurança dos dados. Dos ouvidos pelo estudo, 68% não possuem soluções de segurança de impressão implementadas, o que os torna vulneráveis a invasões.

Menos da metade possui atualmente uma estratégia de gerenciamento de riscos da informação implementada, e 53% consolida manualmente relatórios de gerenciamento de riscos da informação ou simplesmente não mede os riscos, o que prejudica a capacidade de prever ameaças.

A boa notícia é que as organizações afirmam que estão mudando a abordagem e focando suas estratégias em governança e inteligência de segurança. Cerca de 82% dos entrevistados indicam que estão explorando medidas de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM, na sigla em inglês para Security Information and Event Management). Os participantes da pesquisa indicaram também que os maiores problemas com relação ao gerenciamento da identidade são proteção de dados (74%) e governança de identidade (69%).

Segurança e megatendências

Os executivos também demonstram preocupações em relação às tecnologias que apresentam problemas de segurança complexos ou que ainda não são conhecidos. A segurança para computação em nuvem continua a ser uma importante preocupação, mas a pesquisa sugere que o problema é uma questão de conhecimento e não um desafio tecnológico. Os entrevistados dizem que os maiores desafios da nuvem são resultantes de uma falta de compreensão dos requisitos de segurança, representando um total de 62%, ou da aquisição de serviços sem uma seleção do provedor de serviços, com 55%.

Sobre mobilidade, quase 73% indicaram dificuldades no gerenciamento centralizado de dispositivos, enquanto mais da metade indicaram que a proliferação de dispositivos móveis aumenta potencialmente de perda ou roubo de dados.

Quando o assunto é Big Data, quase 66% dos entrevistados citaram dificuldades na proteção de grandes volumes de dados.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CNASI - Congresso de Segurança da Informação, Auditoria e Governança TIC

Pessoal essa é uma dica que recomendo a todos os profissionais da área de Tecnologia, e, ou para todos os amantes do assunto também.

Abaixo segue maiores informações como data, assuntos, grade temária e outros.  Sou frequentador do evento, já estive com eles em São Paulo e no Rio de Janeiro, esse ano por alguns motivos profissionais e pessoais não pude comparecer em nenhuma data...

Quem puder ir, não irá se arrepender.

Data: 22, 23 e 24 de Outubro

Horário
08h30 às 20h30
Intervalo entre 12h30 e 14h00 para almoço

Local
Centro de Convenções Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569 – Consolação - 01307-001
São Paulo – SP

 Temas

  • Governança de TI
  • Compliance
  • Auditoria
  • Segurança da Informação

 Grade Temária: clique aqui 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Como aprimorar as práticas de segurança de aplicativos

Quando o assunto é segurança, muitas organizações ainda concentram investimentos e esforços na proteção da rede, deixando de lado as aplicações, alvo da maioria das violações de dados. Estudo realizado pelo Instituto Ponemon, empresa de pesquisas, aponta que companhias dedicam menos de 10% do orçamento de segurança de TI para blindar os softwares.

As razões são muitas, diz Jeremiah Grossman, fundador e CTO da WhiteHat Security, que identifica vulnerabilidades e realiza gestão de serviços para sites. Primeiro, diz, muitos profissionais de segurança têm um ponto cego em software. “A maioria dos empregados não é direcionado para software", aponta. "Eles têm um background em TI e tudo o que eles realmente sabem como fazer é proteger a rede”, completa.

Em segundo lugar, estão as questões regulatórias e de conformidade. “As empresas devem cumpri-las", aponta. "Eles passam a maior parte do orçamento para aquisição de firewalls e antivírus, com o objetivo de atender questões de conformidade”, explica.

Priorizar segurança de aplicativos é um desafio

Muitas vezes, é difícil para a organização priorizar a segurança do aplicativo, diz Grossman. Mesmo quando as organizações identificam vulnerabilidades graves em seus sites, essa não é necessariamente uma decisão simples cem razão do custo do desenvolvimento.

“A organização tem de corrigi-los", observa. "E a área de negócios tem de pensar ‘se não entregarmos os recursos, as vulnerabilidades, de fato, vão nos custar muito dinheiro em um futuro próximo’”, aconselha.

Vulnerabilidades em aplicações estão em declínio

Grossman diz que o cenário de segurança de aplicativos mostra sinais de melhora. Enquanto 2011 foi batizado como o “Ano da Infração”, título concedido com base em uma série de violações de empresas como RSA, Sony, Facebook e Citigroup, ano passado o número grave de vulnerabilidades em sites também caiu.

Durante 12 anos, a WhiteHat reuniu uma série de relatórios de estatísticas de segurança baseados nas vulnerabilidades que encontram nos sites que avaliam. A parcela de 2011, com base no exame de vulnerabilidades críticas de 7 mil sites, encontrou uma média de 79 vulnerabilidades sérias por página, uma redução drástica da média de 230 registrada em 2010 e 2011 em 2007.

Os resultados da WhiteHat mostram um retrato do estado da segurança se sites hoje. A vertical finanças continuou a mostrar a sua dedicação à segurança, de acordo com os relatórios.

Sites bancários têm o menor número de vulnerabilidades graves quando comparados a páginas de outros segmentos, com uma média de 17 vulnerabilidades sérias por site. Os bancos também têm a maior taxa de recuperação de 74%. Cada setor, com as notáveis exceções de saúde e seguros, apresentaram melhora a partir de 2010.

Além disso, o tempo de correção mostrou grande melhoia, caindo para uma média de 38 dias, muito menor do que a média de 116 dias em 2010. "Os desenvolvedores sabem que 38 dias é um número muito bom", avalia Grossman. "Mas para os usuários finais, esse tempo é inaceitável”, assinala.

Passos para melhorar a segurança


Para melhorar a segurança do aplicativo e fazer o melhor uso do orçamento de segurança de TI, Grossman sugere, em primeiro lugar, determinar se a empresa é um alvo de oportunidade ou um destino de escolha.

Alvos de oportunidade são violados quando a postura de segurança é mais fraca do que a média da indústria de atuação. Alvos de escolha possuem algum tipo de informação única e valiosa, ou talvez uma reputação ou marca que é particularmente atraente para um atacante.

“Na web, se você está fazendo negócios de qualquer tipo, vai ser um alvo de oportunidade", diz Grossman. "Todo mundo tem algo que vale a pena roubar na visão de um sujeito mal-intencionado. Outras empresas são alvo de escolha, porque têm números de cartão de crédito, ou listas de clientes”, observa. De acordo com ele, essa definição ajuda a alinhar a necessidade de segurança.

Se você determinar que é um alvo de oportunidade, diz Grossman, precisa ter certeza de que é um pouco mais seguro do que a média dos negócios no mesmo setor de atuação. Ele observa as organizações podem usar os dados do relatório WhiteHat Security para identificar se estão acima ou abaixo da média.

Alvos de escolha, por outro lado, precisam manter-se seguros o máximo possível e, em seguida, preparar planos de como reagir quando as barreiras são rompidas para minimizar os danos.

Grossman também recomenda que as companhias direcionem um certo esforço para compreender como os atacantes se aproximarão de seus sites. Além disso, ele diz que as organizações precisam entender seus pontos de referência: quais vulnerabilidades são mais prevalentes em seus sites, qual é seu tempo de correção, o percentual de correção, janela média de exposição etc.

Se a organização sempre identifica vulnerabilidades de um determinado tipo, como cross-site scripting ou injeção de SQL, é um sinal de que os desenvolvedores precisam entender a questão. Se o time-to-fix é particularmente lento, é um sinal de que a companhia tem um problema e seus desenvolvedores não estão tratando vulnerabilidades como bugs.

“Compreenda seu ciclo de desenvolvimento de software", recomenda Grossman. "Entenda onde a organização é boa, onde não é, e faça os ajustes necessários”, finaliza.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Informações sobre contas do Yahoo são divulgadas por grupo de hackers

Se você tiver conta no Yahoo, mude sua senha. Um grupo de hackers postou detalhes de 450 mil contas de usuários, incluindo senhas. A atitude pode representar um risco de segurança grave, se os usuários usam a mesma combinação em outros sites.

Conforme o Ars Technica, site de notícias de tecnologia, o grupo hacker que se intitula como D33DS Company, teria invadido um subdomínio não identificado do Yahoo e conseguido acesso a contas não criptografadas, conteúdo que não está protegido por senha.

 
Procurado por Época NEGÓCIOS, o Yahoo Brasil confirma o ocorrido. “O Yahoo! leva a segurança a sério e investe pesadamente em medidas de proteção para garantir a segurança de nossos usuários e de seus dados em todos os nossos produtos. Confirmamos que um arquivo mais antigo do Yahoo! Contributor Network (anteriormente Associated Content) com aproximadamente 450.000 nomes e senhas de usuários do Yahoo! e outras empresas foram comprometidas ontem, 11 de julho".
A companhia também se desculpou em nota. "Estamos tomando medidas imediatas para consertar a vulnerabilidade que levou à divulgação desses dados, mudando as senhas dos usuários afetados do Yahoo! e notificando as companhias cujas contas de usuários podem ter sido comprometidas. desculpamos com todos os usuários afetados."

Segundo o site CNET, os hackers afirmaram que a invasão significa apenas um alerta e não uma ameaça. Eles alertam para a falta de segurança do site.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Anonymous lança campanha contra pedofilia

O grupo mundial de hackers Anonymous, dessa vez, declara guerra contra a pedofilia. Eles lançaram uma campanha chamada PedoChat , anunciada no Youtube.

A campanha funciona por meio da intervenção do grupo, que intercepta computadores de usuários que postam fotos de pornografia infantil na internet. Muitos dos nomes e endereços das pessoas que foram desmascaradas pelo Anonymous foram parar no site Pastebin.

Usando a máscara do personagem Guy Fawkes (marca registrada dos integrantes do Anonymous), um dos membros fez o anúncio, pedindo apoio da opinião pública para pressionar o governo e a mídia. A intenção é que os maiores sites de pornografia infantil sejam fechados com intervenção da justiça.

O grupo Anonymous diz reconhecer a seriedade da missão e que levará certo tempo para que seja concluída. Os famosos hackers já divulgaram anteriormente que fecharam pelo menos 40 sites com conteúdo que mostrava crianças sendo abusadas. As informações são da revista Galileu.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

PCs com vírus DNS Changer ficarão sem acesso à internet nesta segunda

Cerca de 300 mil PCs e Macs vão ficar sem acesso à internet na segunda (9/7) a menos que seus proprietários livrem-se do malware DNS Changer. No Brasil, a estimativa é que sejam mais de 6 mil. De acordo com um grupo de especialistas em segurança formado para combater este vírus, este número de infecções pode ser ainda maior.

O DNSChanger altera os endereços DNS no micro, fazendo com que o internauta seja direcionado para um site falso mesmo que digite o endereço correto. No auge, chegou a contaminar 4 milhões de PCs e Macs e rendeu a seus criadores 14 milhões de dólares.

As máquinas infectadas vão perder a sua ligação à internet na segunda, quando os servidores DNS que estão servindo de ponte para elas forem desligados.

Esses servidores, que foram mantidas sob uma ordem do tribunal federal pelo Internet Systems Consortium (grupo sem fins lucrativos que mantém o popular software BIND DNS), foram implementados no ano passado, após o FBI apreender mais de cem servidores de comando-e-controle (C&C) usados pela quadrilha.

A operação "Operation Ghost" terminou com a detenção de seis homens da Estônia - um sétimo, um russo, continua foragido - a apreensão dos servidores C&C e a substituição deles. Sem os substitutos, os micros infectados ficariam offline imediatamente.

Não é apenas PCs de consumo e Macs que permanecem infectados, mas também computadores e sistemas corporativos em agências do governo, diz a empresa Internet Identity (IID), que tem acompanhado os esforços de limpeza .

Na semana passada, a IID disse que seus exames mostram que 12% das empresas da Fortune 500 têm computadores ou roteadores infectados. E duas de 55 agências do governo dos EUA também.

Em janeiro, a taxa de ambos os grupos era de incríveis 50%."Estamos todos lutando com isso", disse Rod Rasmussen, diretor de tecnologia da IID. "Há um monte de pessoas que não fizeram nada." O site do DCWG, grupo formado para combater o vírus, tem links para ferramentas gratuitas que remover o malware.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Erro de programação pode expor senhas em Macs

Segundo a CNet, o pesquisador de segurança David Emery descobriu uma falha na atualização do Mac OS X Lion pode expor senhas do usuário. De acordo com Emery, a falha envolve o sistema Filevault da versão 10.7.3 do sistema, que permite criptografar certos diretórios.

"Por algum motivo, alguém ativou um botão de debug (DEBUGLOG) na versão 10.7.3 do Mac OS Lion que faz com que o processo de autorização HomeDirMounter DIHLFVMount se autentique *PLAIN TEXT* em um log de sistema, que pode ser lido por qualquer com acesso de admin ou roto e que permite vasculhar as senhas de uma árvore de diretórios criptografada ("legacy Filevault")" descreve Emery em seu site.
O pesquisador afirma que a falha deve ser levada a sério, já que qualquer usuário pode acessar as credenciais para uma rede criptografada e bisbilhotar conteúdo que deveria estar escondido. Os arquivos também podem ser acessados por um drive externo conectado via FireWire.

Como a atualização foi liberada no dia 1 de fevereiro, e o log só armazena informações por algumas semanas, os usuários que atualizarem seu sistema agora devem ficar atentos e trocar as senhas, pois chaves digitadas em um grande período estarão inseguras. Como na maioria dos casos as senhas não são trocadas com frequência, a melhor solução é realizar trocas constantes até que uma solução seja liberada pela Apple.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Pense como um hacker

De briefings militares a vestiários de atletas, qualquer equipe usa a mesma estratégia: conheça seu inimigo. Preveja seus movimentos. Faça o que eles acham que você não fará.

Diante do seu principal oponente – os hackers – os gerentes de TI devem adotar a mesma abordagem. Anos de experiência ensinaram generais e treinadores a enganar seus adversários, mas, em uma indústria relativamente nova, de que maneira um gerente de TI pode começar a compreender, prever e evitar os ataques de um hacker?

Conheça o processo - Como você se atacaria?


Uma pesquisa** recente revelou que 19% das empresas já foram vítimas de uma Ameaça Persistente Avançada, e 37% admitem que seus funcionários já perderam dados da empresa. Com números assim, é hora da verdade. Se você precisasse roubar seus próprios dados, o que você faria?

Primeiro, se coloque na posição de alvo. O que você tem que vale a pena ser roubado? Obviamente, um fabricante de equipamentos de defesa militar é um alvo muito mais desejado do que uma loja virtual de sapatos, mas nem tudo é dinheiro. Qualquer coisa que possa ser monetizada, de números de cartão de crédito até listas de clientes, é uma commodity de valor para um hacker.

A propriedade intelectual é outro grande alvo. Pense em suas metas de vendas ou nos planos de marketing para 2012 e em quanto a concorrência pagaria por esses documentos confidenciais. Dados de pesquisa? Ideias de desenvolvimento de produtos novos? Resultados financeiros? Aplicações para um patente? A lista é interminável e todos esses itens têm algum valor para alguém, em algum lugar.

O outro aspecto de “conhecer o processo” é conhecer o inimigo. Quais são suas preferências? Quais técnicas eles já usaram? Assim como o treinador de um time estuda as estratégias do adversário durante seus últimos jogos, um gerente de TI deve saber como os hackers se preparam, quais recursos têm ao seu dispor e, mais importante, as últimas tendências. Sabe-se que a “superfície de ataque” – a variedade de possíveis pontos de entrada em redes corporativas – cresceu bastante, e isso aumenta com a compra de cada smartphone, tablet e laptop. Além disso, em anos passados um malware sofisticado demorava anos antes de chegar ao mercado negro comum. Agora, é um processo de apenas algumas semanas. Por cerca de US$ 25, você pode comprar kits instantâneos e verificados para driblar as defesas tradicionais. É claro que as empresas precisam se armar com soluções de segurança de última geração para evitar que seus dados caiam nas mãos erradas.

Conheça seus pontos fracos - Tecnologia, pessoas e cultura

É uma tarefa fácil descobrir seus pontos fracos: eles sempre estão perto do Caminho da Menor Resistência, ou seja, a via de acesso escolhido pelo hacker é a de menor custo, menor risco, ou menor tempo.

Os sistemas atuais normalmente estão localizados em diversos locais e são acessados por milhares de pessoas através de uma variedade inacreditável de dispositivos. Segundo Dan Hubbard, diretor de tecnologia da Websense, qualquer coisa exposta à Internet é vulnerável,** “Uma coisa que sabemos pela explosão de brechas, pela expansão do malware avançado e pela propagação dos kits de exploração é que o fator comum é, muito simplesmente, a Internet. Com a adoção em grande escala de tecnologias móveis, sociais e de nuvem, a turma do mal vai agir rapidamente para aproveitar desse novo cenário”. Se a Internet é um ponto fraco, a próxima pergunta é qual o nível de integração dos seus sistemas? Uma vez ‘dentro’, uma pessoa pode passear livremente por seus bancos de dados, e você monitora, registra e verifica os dados manuseados?

A Wi-Fi pública deve ser considerada outro ponto fraco quando o funcionário usa seu tablet ou smartphone em uma cafeteria ou quarto de hotel. Em um ambiente relaxado, possivelmente fora do horário de expediente, será que as pessoas ainda se preocupam com a segurança? Será que os toques do teclado e as senhas podem ser interceptados ou, mais simples ainda, vistos da mesa ao lado?

Mesmo depois de muitos anos ensinando noções de informática aos funcionários e fornecedores, as pessoas sempre serão um elo fraco em qualquer sistema. Elas levam materiais para casa, esquecem pendrives no trem, deixam suas telas ativas para qualquer pessoa ver, conversam sobre assuntos confidenciais em redes sociais e são vulneráveis à coerção, ganância… e economizam com a verdade. Apenas um em cada cem funcionários admite** ter publicado informações confidenciais em uma rede social, mas 20% dos gerentes de TI dizem que isso já aconteceu em suas empresas. Um entre 50 funcionários revela que adicionou malware à rede – mas 35% dos gerentes de TI já viram isso acontecer.

A mudança da cultura social é uma fraqueza relativamente recente que merece a atenção do gerente de TI. Com o volume crescente de e-mails, redes sociais e dispositivos pessoais portáteis, o número de pessoas que comunicam, compartilham informações e organizam suas vidas disparou, e a divisa entre a vida pessoal e profissional é cada vez menos nítida. Outra previsão para 2012* diz que sua identidade em redes sociais pode ser mais valiosa para o hacker do que seus cartões de crédito. Qualquer rede social é baseada em confiança, e se alguém com más intenções rouba seu login, existe uma grande chance dele manipular seus amigos. O primeiro método de ataque combinado adotado na maioria dos ataques avançados será de tentar atingir o alvo através dos seus “amigos” em redes sociais, dispositivos móveis e da nuvem.

Em 2012, os Jogos Olímpicos de Londres e as eleições presidenciais nos Estados Unidos são eventos que os hackers devem usar para atacar usuários nos lugares onde se sentem mais a vontade, como sites criados para fingir de serviços de notícias, feeds do Twitter, posts do Facebook, atualizações do LinkedIn, comentários do YouTube e conversas em fóruns. “Durante o próximo ano, muitos dos ataques contra empresas e governos provavelmente não dependerão da complexidade do código”, diz Dan Hubbard, “mas da habilidade do hacker de convencer vítimas desatentas a clicar em seus links”.

Saiba o que você precisa fazer - Investir e treinar

A dificuldade de corrigir pontos fracos está no nome. Eles são pontos – não falhas básicas do projeto ou da operação. Mas, algumas das soluções mais eficientes são as mais óbvias e simples.

Senhas mais fortes ainda são uma solução muito fácil para fortalecer a segurança. Senhas mais robustas requerem praticamente nenhum investimento, mas você deve investir bastante em treinamento e educação para ajudar o departamento de TI a resolver os problemas que acompanham a adoção de senhas mais complexas e que são alterada com maior frequência, de uma estratégia para sair de todas as sessões com um único logout e até sistemas que exigem a autenticação dupla. Com isso a segurança será mais forte, mas você deve se preparar para lidar com usuários irritados e muitas chamadas ao helpdesk!

Em alguns casos esquecemos da necessidade de manter um sistema básico de segurança física para proteger os escritórios e data centers. Por exemplo, se um visitante pode acessar áreas de hotdesk onde existem conexões de rede abertas, essa pessoa consegue baixar dados para um pendrive rapidamente? Não é preciso hackear, fraudar ou ludibriar a segurança se os dados procurados podem ser facilmente roubados em um canto menos frequentado do escritório.

Uma rotina de implementar atualizações e patches deve ser uma peça chave de qualquer sistema de segurança. Esse processo pode ser classificado como manutenção, mas quando uma falha existe, ela é um ponto fraco pronto para ser explorado. E em casos de crise, a sua empresa mantém uma CERT (Equipe de Assistência Emergencial de TI) de prontidão ou você tem acesso à sua experiência?

As previsões da Websense para 2012* revelam que, antigamente, as defesas tradicionais se concentravam em manter o cybercrime e o malware longe da empresa, mas hoje, as empresas devem implementar sistemas para inspecionar dados saindo da rede e focar em adaptar suas tecnologias de prevenção para conter qualquer ataque, cortando as comunicações e mitigando a perda de dados após uma infecção inicial. De acordo com a pesquisa**, a maioria dos gerentes de TI já está implementando diversas mudanças: mais de 40% voltaram suas atenções para dentro da empresa para testar e avaliar as políticas existentes, implementar soluções novas e aplicar novas restrições aos usuários.

Afinal, vencer o hacker significa saber onde seus dados mais valiosos estão localizados, quando esses dados são manipulados e quem está os manipulando. A pesquisa revela a aceitação dessa abordagem, já que quase um quarto dos gerentes de TI começou ou agilizou um projeto completo de DLP. **

Lembre-se da terceira ponta da estratégia principal – “Faça o que eles acham que você não vai fazer?” Os hackers são acostumados a explorar as fraquezas e as inconsistências, ou seja, uma solução integrada de DLP pode ser exatamente o que eles menos esperam!

Fonte:
http://www.itportal.com.br/blog/seguranca/35-seguranca/186-pense-como-um-hacker

terça-feira, 3 de abril de 2012

dez programas para monitorar o uso do computador na sua ausência

Muita gente tem tanto amor pelo próprio computador, que se preocupa com o que pode acontecer quando outras pessoas estão usando a máquina. Com alguns programas é possível saber o que outros usuários fazem no PC quando você está longe dele. O UOL Tecnologia listou alguns programas que fazem isso; confira.

Black Box Security Monitor

Para quem deseja saber o que acontece com vários computadores ao mesmo tempo, o ideal é o Black Box Security Monitor. O software registra a tela de diversas máquinas simultaneamente e ainda envia tudo por e-mail ou celular. Gratuito.

Agente Keylogger

Este software registra tudo que está acontecendo no seu computador durante sua ausência, inclusive o que é digitado no teclado. Atuando de forma imperceptível, ele captura detalhadamente o que foi feito. Gratuito para teste.

TI Monitor

O TI Monitor é uma ferramenta que monitora tanto a internet quanto os aplicativos abertos no Windows. Para as empresas, é capaz de analisar mais de um computador ao mesmo tempo. Gratuito para testes.

LanSchool

O LanSchool monitora vários computadores simultaneamente, em tempo real. É possível agrupar diversas telas em apenas um PC. Outro recurso é o bloqueio de sites. Gratuito para testes.

Espião de Tela

Enquanto está escondido dos usuários, o Espião de Tela registra automaticamente a cada cinco segundos a tela do computador. Pode ser utilizado em casa, para controle do uso de crianças ou em empresas. Gratuito para teste.

Screen Monitor Plus

O Screen Monitor Plus é feito para monitorar a área de trabalho de vários computadores ao mesmo tempo. Ideal para empresas, pois reúne até 36 telas no mesmo PC. Gratuito para testes.

Net Monitoring

Este software é outra ferramenta capaz de fazer registro de tudo que acontece no PC – inclua aí conversas de MSN (Windows Live Messenger), bate-papo, entre outros. Gratuito para testes.

Net Spybox

Software especialista em monitoramento do que acontece no computador e envio em tempo real dos registros, fotográficos ou não, por e-mail. Gratuito para teste.

Win Spybox

O Win Spybox grava tudo que é feito no computador, inclusive o que está sendo digitado nas redes sociais, como Orkut e Facebook. Gratuito para teste.

MSN Track Monitor

O MSN Track Monitor é capaz de monitorar todas as conversas que estão sendo realizadas no Windows Live Messenger, desde que os computadores estejam na mesma rede. As informações são armazenadas em formato HTML. Gratuito para testes.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Cyber Bullyng

Boa tarde pessoal, e para comemorar os 2 (mil acessos) vou postar aqui o trailer do Fime CyberBully Legendado.

Gostaria de pedir a ajuda de vocês quanto a esse assunto que se torna cada dia mais discutido, porém nada é feito quanto a isso, e apenas os portais e rede sociais apenas aumentam a vulnerabilidade das pessoas.



Cyberbully conta a história de Taylor Hillridge (Emily Osment), uma adolescente que se torna vítima de bullying virtual. Quando sua mãe (Kelly Rowan) lhe dá um computador de aniversário, Taylor entra para uma rede social mas Taylor logo se descobre vítima de bullying, e, com medo de encarar seus colegas na escola, inclusive sua melhor amiga Samantha (Kay Panabaker), ela é forçada ao seu limite.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Ataques à rede corporativa? Culpa do funcionário

Negligência ou malícia dos funcionários é a principal causa de muitas violações de dados, de acordo com relatório realizado com 709 profissionais de TI e segurança nos Estados Unidos pela Trend Micro em parceria com o Instituto Ponemon. Mais de 78% dos consultados culpam o comportamento dos profissionais, tanto intencional como acidental, por pelo menos uma violação de dados dentro das organizações, nos dois últimos anos.

"Apesar de o estudo trazer números referentes ao comportamento das empresas e colaboradores nos EUA, podemos adequá-lo à nossa realidade, pois os cenários referentes à segurança de dados são bem parecidos – quando comparamos com o Brasil”, afirma Fabio Picoli, country manager da Trend Micro no Brasil.

Ele completa dizendo que muitas ameaças apresentadas por funcionários estão aumentando devido à mobilidade da força de trabalho, à proliferação de dispositivos móveis com dados, à consumerização e ao uso de redes sociais no ambiente corporativo.

O levantamento aponta que as três principais causadas de violações são, nessa ordem, funcionários que perdem um laptop ou outro dispositivo móvel com dados, responsável por 35% dos casos; acidentes ou estragos causados por terceiros, apontado por 32% dos entrevistados, e falhas no sistema [29%]. Por outro lado, quase 70% dos entrevistados concordam que as medidas atuais de segurança internas não são suficientes para impedir um ataque direcionado ou de hackers.

Mesmo quando os funcionários cometem erros não intencionais, a maioria dessas violações só é descoberta por acaso, de acordo com 56% dos questionados. Apenas 19% dos entrevistados disseram que os funcionários reportaram a violação de dados, o que causa demora na solução do problema. A auditoria ou avaliações revelaram 37% das violações e 36% apontaram que o incidente foi identificado por tecnologias de proteção de dados.

Como era de se esperar, pequenas e médias empresas (PMEs) foram apontadas como as que mais correm riscos com o descuido por parte dos funcionários. De modo geral, as PMEs têm taxa maior de violação de dados [81% contra 78%] devido ao mau uso de dados sensíveis pelos funcionários.

O risco é maior porque, segundo o estudo, profissionais dessas empresas estão mais propensos a adotar comportamentos arriscados, como abrir anexos ou links em spams, fato citado por 58% dos entrevistados. Nas grandes empresas, esse número cai para 39%.

Fonte:

quinta-feira, 22 de março de 2012

Saiba como evitar o assédio dos cibercriminosos

O Brasil é um dos maiores usuários de redes sociais. E enquanto cresce o número de usuários de sites como Facebook, Twitter e Orkut, por outro lado, aumenta o volume de ataques virtuais voltados especificamente a esses ambientes.

Os laboratórios da ESET – fornecedora de soluções para segurança da informação – identificaram que o Facebook foi um dos principais alvos de ataques dos cibercriminosos no ano passado e segue na mira em 2012. Na maior parte dos casos, as ações utilizam a engenharia social, tipo de golpe no qual os criminosos enganam ou exploram a confiança das pessoas, com o intuito de roubar dados e informações confidenciais.

“Os cibercriminosos utilizam assuntos polêmicos ou populares nas redes sociais para criar mensagens ou vídeos falsos, que induzam o internauta a clicar em links maliciosos”, explica Camillo Di Jorge, country manager da ESET Brasil, ao detalhar como funcionam os ataques baseados na engenharia social. “As redes sociais, por serem ambientes no qual há muita atividade dos internautas, são um território propício a esse tipo de ataque”, acrescenta.

Di Jorge ressalta, no entanto, que alguns cuidados básicos podem ajudar o internauta a evitar riscos nas redes sociais. A seguir, o executivo dá seis dicas de como se proteger em redes populares como Orkut, Facebook e Twitter.

Dica 1 – Utilize um bom antivírus e antispam e o mantenha sempre atualizado

Dica 2 – Nunca clique em um link se não tiver certeza da origem do seu conteúdo

Dica 3 – Não baixe aplicativos desconhecidos nas redes sociais

Dica 4 – Prefira sempre navegar em sites seguros (que utilizem o protocolo HTTPS)

Dica 5 – Só aceite contatos de pessoas conhecidas

Dica 6 – Evite publicar informações pessoais e confidenciais nas redes sociais

Fonte:

UnB quebra o sigilo do voto da urna eletrônica

Um grupo da Universidade de Brasília conseguiu quebrar a segurança da urna eletrônica, nos testes promovidos esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eles conseguiram recuperar a sequência dos votos, - o que, ao menos em tese, permite violar o sigilo das opções de cada eleitor.

Formado por professores e alunos da Faculdade de Ciências da Computação, o grupo 1, dos 9 inscritos para os testes, teve sucesso em desfazer o embaralhamento dos votos e, assim, extrair uma lista que indica quem votou em quem.

“Conseguimos recuperar 474 de 475 votos de uma eleição na ordem em que foram inseridos na urna”, revela o coordenador do grupo, o professor de Ciência da Computação da UNB, Diego Freitas Aranha, que fez doutorado em criptografia pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Originalmente o plano de teste previa a recuperação de 20 votos, mas o próprio TSE desafiou o grupo a resgatar 82% dos votos de uma fictícia sessão eleitoral com 580 inscritos - percentual que equivale à média de comparecimento nas eleições brasileiras.

O professor Diego Aranha ressalta, no entanto, que a tarefa de violar completamente o sigilo do voto ainda está incompleta. “Precisamos da lista externa de votação para chegar ao nome dos eleitores”, afirma.

Como explica o coordenador do grupo, até aqui a equipe conseguiu determinar que o primeiro eleitor votou no candidato X, o segundo no candidato Y, e assim sucessivamente. Com a relação da votação - aquela que fica com os mesários - seria possível associar cada eleitor, pelo nome, ao votado.

A exemplo das edições anteriores dos testes, o tempo limitado de acesso à urna eletrônica - três dias, entre 20 e 22/3 - impediu avanços ainda mais significativos na quebra da segurança do sistema eletrônico de votação.

Diferentemente das versões anteriores dos testes do TSE, desta vez o tribunal permitiu acesso ao código fonte da urna - ainda que com restrições durante a fase de preparação dos exames, que antes de iniciados passam pelo crivo da Justiça eleitoral.

Apesar de festejar o sucesso na experiência, o grupo ainda não pode revelar os detalhes do feito - o TSE exigiu um compromisso de que apenas informações preliminares fossem divulgadas antes do relatório final com as considerações do próprio tribunal.

Além do professor Diego Aranha, o grupo é formado por Marcelo Monte Karam, André de Miranda e Felipe Brant Sacarel.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Kaspersky Labs descobre novo malware que se instala na memória RAM

A Kaspersky Labs divulgou nesta segunda-feira (19 de março) a descoberta de uma nova espécie de malware que se instala na memória RAM do computador. Embora a ameaça não afete nenhum arquivo do sistema das máquinas infectadas, ele abre brechas para ocorra uma infecção pelo Trojan Lurk, que então as conecta a uma botnet associada.

A descoberta foi feita após a empresa realizar análises nos sites Ria.ru, pertencente a uma agência de notícias russa, e no Gazeta.ru, popular jornal online do país. A infecção ocorre de forma totalmente automática, explorando uma vulnerabilidade conhecida do Java (CVE-2011-3544), que já foi corrigida nas versões atualizadas do software.
O responsável pela propagação do malware não são os sites em si, mas sim os banners publicitários exibidos através de um serviço terceirizado conhecido como AdFox. Descrita pelos pesquisadores como “única” e “muito rara”, a ameaça injeta um DLL criptografado diretamente na memória do processo “javae.exe”.

Ameaça global

Após infectar a máquina, o software malicioso modifica as Configurações de Controle de Conta do Windows, que então permite o download e instalação do arquivo “Trojan-Spy.Win32.Lurk”. Embora a ameaça seja removida automaticamente toda vez que o computador é reiniciado, são grandes as chances de que uma nova infecção volte a acontecer, devido à alta probabilidade de que novas visitas aos sites noticiosos ocorram.

“O ataque tem como alvo usuários russos. Porém, não podemos descartar a possibilidade de que a mesma falha e a mesma botnet sejam usadas contra pessoas em outras partes do mundo. Elas podem ser distribuídos através de banners semelhantes em outros países”, alerta o especialista em segurança Sergey Golavanov.

A melhor maneira de se proteger contra ataques do tipo é manter atualizados todos os softwares do computador, com prioridade para os navegadores e seus plugins. Além disso, é indispensável possuir instalado um bom programa antivírus capaz de realizar análises do tráfego de internet.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Telefone zumbi ? Existe sim veja algumas dicas

Você já imaginou que o seu telefone pode se tornar um ZUMBI e você nem perceber ? Isso mesmo, seu telefone pode conter aplicativos que salva toda a sua agenda telefônica e manda para pessoas estranhas.

Quem instala um aplicativo de rede social não quer ficar sozinho: quer que seu grupo de amigos também participe do serviço e interaja com ele. No entanto, alguns desenvolvedores têm abusado da boa vontade dos usuários – ou da falta de atenção deles –, obtendo acesso a informações pessoais do dono do smartphone. Isso sem avisá-los, para que possam ter a opção de fornecer ou não esses dados.

Para “bisbilhotar” na lista de contatos dos usuários, alguns aplicativos usam a desculpa de procurar mais amigos em certo serviço. A polêmica sobre a prática existe porque em muitos casos o usuário não é avisado de que essa varredura em seus dados será feita assim que ele instalar um programa qualquer.

O problema de privacidade veio à tona no início de fevereiro com os aplicativos Path (espécie de rede social para amigos íntimos) e Instagram (rede social de imagens) -- o primeiro para iPhone e Android e o segundo exclusivo para iPhone. Nos dois casos, as desenvolvedoras foram acusadas de copiar , sem avisar, informações dos usuários (nome, telefone e e-mail, entre os adeptos ao Path) para os servidores da companhia. O processo chegou a ser feito sem criptografia, o que pode facilitar a ação de hackers.
“Isso tem cara de erro de projeto, o que é comum para quem desenvolve aplicativos. O Path, uma rede social com mais de 2 milhões, é seguro e existe há dois anos”, disse Breno Masi, sócio fundador da Fingertips, empresa brasileira de desenvolvimento de aplicativos.

A partir desses casos começaram a aparecer outros: O Twitter (rede de microblog) fazia o mesmo com os e-mails e telefones de contatos, e o Foursquare (rede social de geolocalização) utilizava a mesma técnica.
Os quatro programas descritos nesta reportagem passaram por atualizações e começaram a alertar os usuários sobre a prática de coleta de dados menos de uma semana após a repercussão dos casos. O problema, no entanto, não está resolvido. Não há garantia de que um o aplicativo que você baixar amanhã não acessará os seus dados – sem avisar – como já fizeram Twitter, Foursquare, Path e Instagram.

O que fazer?
Essa questão é recente e não há muitas garantias ou cuidados para evitar que desenvolvedores coletem informações do usuário (uma decisão recente, da Califórnia, pode ajudar a reverter este quadro). “Não dá para saber quando o aplicativo copia, a não ser que ele mesmo informe que isso vai acontecer”, diz Fábio Assolini, analista da empresa de segurança Kaspersky. Segundo ele, algumas vezes a informação sobre a coleta de dados está na licença de software – algo que geralmente ninguém lê antes de instalar um programa.
A questão da privacidade piora quando os aplicativos são gratuitos. “Se um programa é grátis, significa que o produto é você. Nestes casos, os dados coletados pelo aplicativo geram receita com propagandas e banners.”

sábado, 10 de março de 2012

Data Center Móvel... Você confia e acredita ?

Boa tarde amigos, primeiro gostaria de pedir desculpas por passar batido o dia de ontem sem publicar, porém eu estava em uma cidade onde infelizmente a INTERNET ainda é pré-histórica... nem 3G nem Edge funcionava....

Vamos ao post: Data Center Móvel você confia ou acredita ?

Pois é, o conceito de usar Containers como data center já chegou o Brasil e está fazendo muito sucesso.

Veja abaixo a matéria:

O mercado brasileiro de data center está em ebulição. Os empreendimentos nessa área vivem um momento de expansão, tanto no setor comercial quanto no corporativo para atender às demandas de TI, que aumentaram com o aquecimento da economia, e também para preparar o terreno para nuvem. Com essas necessidades, empresas começam a olhar uma nova alternativa para construções de centros de dados. São os sites encaixotados e em contêiner, que seguem os negócios aonde eles estão com instalações em estacionamento, no mar, em hidrelétricas ou na montanha.
Chamados de Container Data Center (CDC), os novos modelos de centros de dados não têm o objetivo de substituir as construções tradicionais em alvenaria. Segundo especialistas, eles são mais para atender necessidades específicas dos negócios.
Esses projetos têm como público-alvo provedores de internet que precisam expandir rapidamente a infraestrutura de TI, órgãos públicos, empresas de extração de petróleo, obras civis, mineradoras e companhias que realizam eventos temporários como as que promovem shows e competições esportivas, entre outros negócios.
A principal vantagem desse modelo, na avaliação de consultores do setor, é a possibilidade de montagem e desmontagem rápida dos centros de dados, uma vez que eles são móveis e podem ser transportados em caminhão para qualquer lugar.
Atentas a essas necessidades, multinacionais que fornecem esse tipo de data center como IBM, HP, Verari, Huawei, Ice Cube, Oracle/Sun e Emerson Network reforçaram suas estratégias para atrair clientes no Brasil. Elas enfrentam a competição com companhias locais. Entre as quais a Aceco, que já construiu mais de 450 centros de dados convencionais no País e América Latina, e que fechou seu primeiro contrato de CDC com a Pado, fabricante de cadeados e fechaduras.
Outra empresa nacional que acaba de entrar nessa briga é a Gemelo, que investiu 2 milhões de reais para iniciar operação com a fabricação no País de CDC montado com tecnologia nacional.
O interesse dessas organizações em participar dos investimentos em data center contêiner no Brasil não é à toa. O crescimento da economia local está obrigando as companhias a investirem mais em infraestrutura de TI ou na contratação de serviços de outsourcing para sustentar a expansão de suas operações. Além disso, elas apostam nesse tipo de solução para atender às demandas da Copa do Mundo e das Olimpíadas.



Quem precisa de CDC?
Esse movimento está acontecendo também nas companhias que optaram por manter suas infraestruturas dentro de casa. Elas precisam ampliar seus centros de dados para atender aos negócios e algumas estão optando pela solução móvel, como é o caso da Pado. A fabricante estava com seu data center físico defasado e em vez de construir um novo prédio, decidiu encaixotar a TI num contêiner e colocá-la no pátio da matriz, localizada na cidade de Cambé no Paraná.
“Optamos por esse tipo de data center para ganharmos mobilidade. A Pado está crescendo muito rapidamente e com a solução contêiner podemos movimentar nosso data center para qualquer lugar", informa o gerente de TI da Pado, Gustavo de Lion Yamane.
O executivo conta que antes de investir no projeto fez um estudo comparando custos entre uma obra física e o CDC para atender às necessidades da Pado por um período de cinco anos. Foram avaliados 14 fornecedores da solução móvel com visitas a instalações no exterior. A companhia analisou ainda a possibilidade de terceirizar a infraestruturra de TI.
No final das pesquisas, a Pado optou pela solução móvel que, segundo Yamane, foi a que respondeu melhor aos requerimentos da Pado.
“O valor que aplicamos é quase o mesmo que iríamos gastar em um data center físico”, comenta o executivo que destaca como vantagens desse modelo a mobilidade e a rapidez na instalação. O CDC foi montado em 90 dias.
O data center móvel da Pado ocupa uma área de 30 metros quadrados e foi construído pela Aceco. Segundo Fernando Almeida Prado, diretor de Marketing da fabricante, o CDC está equipado com o que há de mais moderno e oferece a mesma proteção dos modernos centros de dados erguidos com paredes de tijolos.
De acordo com ele, a segurança é a mesma das salas-cofres certificadas outdoors. O data center encaixotado também é contra incêndio, explosões e acidentes naturais.
A Universidade Mackenzie também optou por um CDC, que guarda todos os servidores que processa os dados da TI da instituição. O contêiner com todas as medidas de segurança foi instalado no pátio do campus no bairro de Higienópolis, na cidade de São Paulo. O projeto foi implementado pela Oracle com servidores da Sun em parceria com a Huawei Symantec.

Vantagens do data center contêiner
Segundo Sidney Fabiani, presidente da Gemelo, uma das vantagens do CDC é a rapidez na instalação. Segundo ele, um data center contêiner pode ser instalado em até 60 dias. Ele destaca ainda que esse tipo de solução apresenta redução do consumo de energia de mais de 40% e atende todos os requisitos de segurança.
Fernando Almeida Prado, diretor de Marketing da Aceco, complementa que os CDC são modulares e podem crescer de acordo com a necessidade dos clientes, acrescentando novas caixas, como peças do jogo lego, sem parar a TI.
O data center móvel pode ser transportado e instalado até na montanha. O executivo da Aceco menciona o projeto da mineradora Collahuasi, que instalou uma solução dessa no deserto de Atacama, no Chile, a mais de 4 mil metros de altitude.
Mesmo com essas vantagens, Almeida Prado, acredita que o CDC não vai substituir os data centers de tijolos, pois essa solução é uma alternativa para situações em que as empresas não conseguem colocar a infraestrutura de TI em prédios convencionais.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/03/09/data-center-movel-estrategia-itinerante-de-negocios/

quarta-feira, 7 de março de 2012

Antivírus falso é encontrado em mais de 30.000 sites

Cuidado! Seu blog pode estar infectado com um malware e você nem está sabendo, segundo alerta do Websense. A companhia encontrou mais de 200 mil páginas que fazem referência a um falso código de antivírus que, na verdade, trata-se de um malware.

O ataque afeta principalmente os sites construídos utilizando a plataforma Wordpress, inserindo um fragmento de código na parte inferior da página. Ao acessar um site contendo essa informação, o internauta é redirecionado para outro endereço, que imita o Windows Security Scan e sugere o download de outro programa para remover um possível vírus.

Embora a fonte do malware seja ainda desconhecida, a Websense informa que 85% dos sites afetados são
dos Estados Unidos. Senhas fracas, versões antigas do Wordpress e plug-ins vulneráveis são as principais brechas para que o malware se instale com facilidade.

Por isso, se você edita um blog na plataforma Wordpress, verifique se o código abaixo não está por acaso escondido em suas páginas.


Fonte: