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quinta-feira, 21 de março de 2013

O profissional de TI e as responsabilidades de sua função

Os profissionais da área das áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) recebem, nos últimos anos, uma valorização que os alçou a posições de cunho decisório, em muitas organizações.
Tantas atribuições funcionais acabam por gerar, também, uma série de responsabilidades muito maiores, de ordem civil e penal, que podem interferir para o bem ou para o mal, no desenvolvimento de projetos e da própria empresa, se não tomadas com extrema cautela e conhecimento do que se está fazendo.
De acordo com a Constituição Federal, qualquer um que viole a vida privada, honra ou imagem de outras pessoas, está sujeita a ser indiciada por danos morais ou materiais, sendo obrigada a pagar indenização. Nossa legislação civil obriga a reparar o dano, aquele que por ato ilícito, ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar a lei e causar dano a outro. Também há a obrigação de reparar os danos quando a atividade desenvolvida implicar riscos aos direitos dos outros, e, nesse caso, não existe área que se encaixe melhor, no quesito “atividade de risco” do que a TI. Em casos extremos, a justiça já chegou a punir uma lan house, por considerar seus serviços prestados como atividade de risco. Ela foi responsabilizada pelo envio de mensagens impróprias, por um usuário, por não ter tomado as medidas necessárias para identificar seus usuários.
Para a lei, inserir ou facilitar a inserção de dados falsos, bem como a modificação, divulgação e/ou exclusão imprópria de dados que estejam corretos, segundo o banco de dados da Administração Pública, é crime.
Esses são fatores que exemplificam o porque que o profissional de TI deve deixar bem esmiuçado em seu contrato as condições referentes à clausulas de confidencialidade, as funções desempenhadas e o grau de responsabilidade que ele terá, num possível acontecimento danoso, para a empresa. Deve, também, sugerir constantes melhorias nos processos de gestão, informando prejuízos que podem ser sofridos, futuramente, e tomar algumas medidas de precaução, por conta própria, como a execução de back-ups, para prevenção contra a perda de dados.

Fonte: CNASI

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Líderes de TI tornam-se estrategistas de negócios

Liderança estratégica envolve mais do que saber como entregar sistemas ou processos de projeto mais eficientes. Em vez disso, os líderes de TI estratégicos devem ser capazes de promover a colaboração entre as funções de negócios, exercer influência sobre os clientes internos e entender como eles podem satisfazer as expectativas dos clientes externos. Isso não significa que os CIOs deixaram suas responsabilidades funcionais para trás. O departamento de TI tem de manter a infraestrutura de tecnologia da empresa operando, enquanto mantém um olho em como melhorar as operações comerciais. Para os CIOs, deixar de tomar decisões do dia a dia de TI obriga cultivarem equipes de gerentes capazes de manter as luzes acesas e a execução de projetos.

Em vez de gastar os seus dias nos detalhes das operações de TI e de gestão de custos, ou na implementação de sistemas de suporte a processos de negócio, um número crescente de CIOs quer cada vez mais trabalhar na estratégia de negócios e identificar maneiras de incorporá-la em produtos, serviços e nos novos modelos de negócio. Para chegar lá, entretanto, o trabalho é duro. A construção de um grupo estratégico de TI demanda tempo e inteligência tática - e é um esforço de importância crescente, de acordo com a 12ª pesquisa State of the CIO.

Na verdade, ter uma equipe eficaz é essencial para posicionar o CIO como líder de um grupo que pode aumentar a vantagem competitiva de uma empresa por meio da tecnologia e da inovação. Muitos CIOs estabelecem laços de confiança com os acionistas da empresa apenas quando demonstram que sua equipe é competente na entrega básica de serviços de TI. O CIO estratégico precisa ganhar a confiança dos seus pares para se tornar valorizado por suas contribuições para os debates sobre como aumentar a receita e a participação da empresa de mercado.
Segundo a 12ª pesquisa State of the CIO, 64% dos 563 líderes de TI entrevistados planejam se concentrar mais na "venda" do departamento de TI em 2013, para mostrar mais às outras áreas de negócio as suas capacidades.  Os resultados dos últimos três anos de pesquisas sugerem que os CIOs estão cada vez mais tomando medidas para solidificar ou elevar a sua relação da equipe com os acionistas da empresa, delegando mais liderança, desenvolvimento e habilidades multifuncionais para a equipe de TI, e voltando sua atenção para os clientes. Um terço dos CIOs agora visita os clientes, contra 18% dois anos atrás.

Ian Patterson, CIO da corretora on-line Scottrade, tem um escritório na sede da companhia em St. Louis, mas raramente está nele. Em vez disso, ele anda por toda a empresa passa a maior parte do tempo discutindo estratégias com seus pares. A partir dessa interação, Patterson compreendeu a importância de focar na velocidade com que sua empresa deve se adaptar para acompanhar as exigências legais e as necessidades do cliente. Muitas vezes, essas forças externas empurram a Scottrade a mudar mais rápido do que a tecnologia consegue suportar. O ritmo de mudança na indústria de serviços financeiros tornou necessário atualizar os objetivos da companhia a cada trimestre. Então Patterson reformulou o processo de governança para projetos de TI. O plano estratégico de TI prevê investimentos de longo prazo (cinco anos) e inovação, enquanto os projetos em curso e propostas são priorizados a cada trimestre, diz ele.

Mas nem todos já chegaram lá. É encorajador que 20% dos CIOs digam hoje que os grupos de TI são vistos como colegas de negócios que desenvolvem, não apenas suportam, estratégias de negócios. No entanto, a maioria permanece meio confusa: 32%  ainda se veem como colaboradores influentes, 26% como prestadores de serviço e 15% como centro de custo. Ainda assim, estamos vendo uma mudança significativa. Em 2012, os 20% que já se percebem como estrategistas de negócios eram apenas 15%, enquanto os 15% que ainda se avaliam como centro de custo eram 21%.

A pesquisa mostra ainda que os CIOs estão aprendendo também a empregar uma variedade de ferramentas de gestão para apoiar a missão - e melhorar o seu próprio valor.

Decidir o que delegar e para quem

O desafio mais comum de ser um líder estratégico é a falta de profundidade de gestão em TI. CIOs precisam ter gerentes que possam assumir as iniciativas de melhoria de processos e tocar parcerias com empresas interessadas em fazer a gestão das operações diárias, em vez de esperar por diretivas ou solicitações. Sem esses gerentes, os CIOs não conseguem tempo para trabalhar com seus colegas executivos, supervisionar as iniciativas da empresa ou ficarem atualizados a respeito das mudanças do mercado e das necessidades dos clientes.

Kevin Murray, CIO e COO do grupo AXA Portugal, companhia de serviços financeiros do Grupo AXA, abordou o problema por meio da construção de uma equipe que pode lidar com os aspectos funcionais da TI. Ele ainda se mantém informado sobre o que está acontecendo no dia a dia, mas deixou de supervisionar diretamente as operações de TI. “Foi a forma que encontrei de me concentrar na estratégia, bem como tornar-me parte do negócio e um parceiro confiável.”

Já Warren Kudman, CIO da Sealed Air, criou o cargo de vice-presidente de gestão de TI empresarial para monitorar gastos com tecnologia e gerenciar fornecedores de TI. Ele também criou uma "equipe de gerenciamento de valor"  com 25 pessoas responsáveis ​​por garantir que a empresa obtenha o valor máximo possível do software e hardware já instalados. A equipe também educa as unidades de negócios e até mesmo a equipe de TI sobre as capacidades dos sistemas existentes, diz Kudman. "Se eu não tivesse pessoas nas quais posso confiar, o uso do meu tempo seria muito diferente."

Ao delegar, ele libera tempo para debater com os colegas das outras áreas  como empurrar a Sealed Air à frente de seus rivais no negócio de embalagens de alimentos e materiais médicos. Recentemente, a empresa começou a implantar máquinas que monitoram se os trabalhadores de saúde lavam as mãos entre as visitas aos pacientes. Os dispositivos de coleta de dados coletam relatórios de conformidade e enviam alertas para os supervisores. O grupo discutiu o fluxo de receita para esse novo negócio baseado em tecnologia e sugeriu métodos de armazenamento de dados e de segurança para a unidade de negócios. 

"A coisa mais importante é ser o conselheiro de confiança", observa Kudman.
No Potlatch, a delegação é feita de forma diferente. Tendo atribuído a responsabilidade pelas operações de infraestrutura, incluindo sistemas de telefonia e redes, para dois funcionários de TI, o diretor Brent Gregory agora trabalha na redistribuição do trabalho de desenvolvimento e suporte aos aplicativos. Ele encoraja vários de seus funcionários de confiança a conhecerem melhor as áreas de negócio específicas, para que possam tomar posse das aplicações que mais importam para esses grupos.

"Eu realmente estou tentando empurrá-los para fazer o mesmo trabalho que eu estou fazendo no board em suas especialidades particulares", diz ele. "Estou tentando focar  em tornar a equipe de TI mais ávida pelo dinheiro da empresa", diz ele.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

15 dicas para tornar seu perfil no LinkedIn mais atraente para emprego

O LinkedIn é uma valiosa rede social para quem procura trabalho,  mas também é utilizado por recrutadores para encontrar o candidato com o mix perfeito de habilidades.  Um perfil correto no LinkedIn pode aumentar a visibilidade, melhorar a presença na Web e fortalecer sua marca global profissional. Considere-o como seu currículo online, que contém todas as informações profissionais com um toque de personalidade.
Usar o LinkedIn estrategicamente pode ajudá-lo a ter vantagem sobre seus concorrentes. Mas por onde começar? CIO.com criou a lista [a seguir] de dicas para ajudar a tirar o máximo proveito da sua experiência no LinkedIn.
1. Transmissão de atividades temporariamente desativada
Quando você faz uma alteração em seu perfil no LinkedIn, como a adição de experiência de trabalho anterior,  ele transmite essa atividade para a sua rede. Se você não quer que as pessoas vejam que você está atualizando seu perfil, você precisa desligar temporariamente esse recurso. Para começar, clique em Settings no menu abaixo do seu nome no canto direito superior.
No "Perfil", clique em "Turn on /off  para Activity Broadcasts”.  No pop-up que aparece, desmarque a caixa e clique em Salvar.
Nota: não esqueça de voltar a essa definição e verificar  se  a atualização foi realizada com sucesso no seu perfil.
2. Adicionar palavras-chave
Recrutadores e empregadores, por meio do LinkedIn e outros sites de carreira, usam palavras-chave para atingir potenciais contratados. É por isso que as palavras-chave são importantes em todo o seu perfil, mas especialmente em "Especializações" . É por isso que você deve investir algum tempo para escolher suas palavras-chave. Pense sobre os termos que podem ser importantes para os potenciais empregadores. Para aumentar suas chances de ser encontrado por empresas potenciais, alinhe suas palavras-chave com o cargo que você está tentando conquistar.
Existem várias ferramentas que poderão ajudá-lo nessa tarefa. É recomendado você usar mais de uma. Aqui estão algumas “free”: Google AdWords, WordStream Keyword Tool, KeywordEye,  KeywordSpy e SEMRush.
3. Atualize sua foto
Recrutadores e empregadores regularmente usam o LinkedIn para encontrar candidatos e uma imagem profissional define o tom certo. Então, é hora de atualizar essa foto antiga. Encontre a imagem mais profissional que você tem. Uma foto inadequada é um tiro no pé.  Depois de ter escolhido a foto, é hora de fazer o upload para o seu perfil do LinkedIn. Isto pode ser encontrado clicando em Perfil -> Editar Perfil e depois clicando em "Editar foto" no canto superior esquerdo de sua página.
4. Atualize o seu cargo
Ele está localizado logo abaixo do seu nome, em seu perfil. É a primeira coisa que as pessoas vão ver quando visitam sua página e, como sempre, muitas vezes as primeiras impressões são as mais importantes. Portanto, essa mensagem precisa ser sucinta e clara. Use uma ou no máximo duas de suas principais palavras-chave em seu título.
5. Deixe sua personalidade brilhar
Seu "Resumo do perfil" é o lugar em que você pode mostrar um pouco de personalidade.  É importante a adição de mais dados relevantes, além do breve resumo do currículo, conforme necessário. Seu trabalho aqui é fazer com que os leitores tomem conhecimento  de suas habilidades e os instigue a querer saber mais sobre você. Incluir suas realizações, sua experiência e capacidade tecnológica. Você tem 2 mil caracteres aqui. Use todos eles se necessário e polvilhe palavras-chave, sempre que possível. Há muitas amostras disponíveis com uma simples busca no Google.
6. Construir e conectar-se a  grupos da sua rede
Chegar lá e interagir - é esse o papel fundamental da rede social. Isso não significa que "conectar" com cada pessoa, mirando as pessoas certas é vital para o seu sucesso. Seja seletivo e escolha respeitados colegas, especialistas da indústria, clientes potenciais e as pessoas com quem trabalham e assim por diante. 
Envolver-se em um grupo ou dois relevantes para a posição que você gostaria de conquistar é simples e fácil.  O LinkedIn  recomenda alguns. Para pesquisar em sua rede, clique em Grupos e em seguida, diretório de grupos. 
Adicionar conteúdo a grupos, quando possível , e contribuir para debates em andamento. Fazer isso não só vai ajudá-lo a aprender mais, como também a entrar em contato com  pessoas que poderiam contratar ou recomendar você .
7. Receba recomendações
Assim como as cartas de recomendação são uma parte importante do processo de contratação, as recomendações são uma característica-chave de seu perfil no LinkedIn. Recomendações de ex-chefes, colegas de trabalho e colegas podem percorrer um longo caminho quando os empregadores estão procurando por meio de perfis. Com demasiada frequência, entre duas pessoas para o mesmo cargo, está em vantagem quem tem as melhores recomendações.
A forma mais comum de obtenção de uma recomendação é recomendar alguém.  Procure apenas pessoas que conhecem bem o seu trabalho. O mesmo vale para a prestação de recomendações.
8. Defina o seu perfil 
A menos que você seja uma celebridade ou esteja no programa de proteção a testemunhas, você deve ter seu perfil definido para que o público possa vê-lo. O LinkedIn permite que você restrinja o acesso ao seu perfil. Mas se você está em busca de trabalho, então deverá liberá-lo integralmente. Mas você pode configurá-lo de acordo com a sua vontade e estratégia. Fazer isso é fácil, clique em configurações. Agora clique na aba "Perfil" no link intitulado "Editar seu perfil público." À direita, você vai ver "perfil público" configurações. Clique nas partes que você deseja compartilhar e as configurações são salvas automaticamente.
9. Atualize suas informações de contato
Os empregadores querem encontrar o seu perfil , mas querem que ele esteja atualizado. Se não estiver atualizado, você poderá perder oportunidades. Então, adicione seus endereços de e-mail mais recentes. Certifique-se de que inseriu sua principal conta de e-mail. 
Em "Informações Adicionais",  você vai querer adicionar também links para o seu site pessoal, bem como suas redes sociais.
10. URL personalizada
Personalizar a URL é mais atraente e limpo do que uma sequência de letras e números aleatórios. Pode ser construída com seu primeiro e último nome. Para configurar a sua URL, clique em Perfil no menu superior e escolha Editar Perfil.  Em seguida, clique em editar ao lado da URL abaixo da sua imagem. No lado direito da página, sob suas configurações de perfil público, é onde a sua URL atual é listada. Clique em editar para personalizá-la.
11. Adicionar sites
O LinkedIn tem um pequeno logo vinculado ao seu perfil. Você pode usá-lo em sua assinatura de e-mail, site, sites de redes sociais ou outros perfis online. Isso cria backlinks para sua página de perfil, o que melhora a sua visualização e ranking.
É necessário pegar o código e para fazer isso, clique em Perfil e depois em Editar Perfil. Agora clique em Editar no mesmo lugar que você fez para ver a URL personalizada. Na coluna do lado direito de navegação, próximo ao fundo, você verá “Badges”, logo abaixo, clicar no link, Criar um distintivo perfil. 
12. Incluir dados relevantes em “Experiência”
Recrutadores e empregadores que observam o seu perfil estão interessados, na maior parte das vezes, na sua experiência de trabalho. Por isso, é importante que você atualize essa seção constantemente. Adicionar algumas informações à sua experiência, incluindo mais do que apenas um cargo e datas. Adicionar um parágrafo ou dois para cada uma de suas posições, com as responsabilidades e destacar suas realizações. Especialmente importante aqui são as responsabilidades anteriores, que são relevantes para o trabalho que você está procurando. Coloque-as em destaque ou no topo do parágrafo.
13. Remover informações desnecessárias do histórico de trabalho
Profissionais de tecnologia em geral tiveram vários empregos, mas eles podem não ser relevantes para todos os seus objetivos de carreira atuais.  Coloque por último posições antigas que não podem contribuir para o papel que você está procurando. Não as remova completamente , pois poderia criar uma lacuna em seu histórico de trabalho. Simplesmente limite a colocar o nome da empresa e o cargo.
14. Mostre Educação e Prêmios
A parte da educação do seu perfil é na coluna da esquerda abaixo das Habilidades e Especializações. Esse é o lugar em que você vai adicionar todos os seus cursos e seminários, esboço das honrarias e prêmios.  A seção Prêmios está localizada na coluna da esquerda também, descendo a página sob Educação. Dentro de Informações Adicionais, você verá uma pequena área  Títulos e Prêmios. Clique no link Adicionar + bem próximo a ela e adicionar suas títulos e prêmios. Quando terminar, clique em Salvar alterações.
15. Compartilhe o seu trabalho
Encontre uma maneira de divulgar o seu trabalho nos seus grupos.  Profissionais podem querer adicionar links para seus artigos, desenvolvedores ou gerentes de TI podem querer mostrar  as diferentes formas de trará um problema ou compartilhar links para diferentes ferramentas, informações sobre tecnologias relevantes. 
Com o uso de aplicativos do LinkedIn, você pode compartilhar apresentações do PowerPoint, armazenar uma cópia de seu currículo que está disponível para download e muito mais. Eles podem ser localizados na página Applications LinkedIn.
Um perfil forte pode ser um diferencial importante para a conquista de uma oportunidade. O LinkedIn é um dos únicos sites de redes sociais que podem proporcionar  ROI para a carreira, principalmente porque atrai profissionais, por isso não há razão para não passar algum tempo lá para criar um novo perfil ou aprimorar o antigo.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Como atrair e reter a geração Y

Você que hoje é o chefe de um departamento de TI provavelmente tem em sua equipe funcionários da geração Y, que são os jovens com pouco mais de 20 anos. Eles pensam e trabalham de forma diferente dos boomers e geração X. Por isso, o ambiente de trabalho deve combinar o jeito desses profissionais de trabalhar com as necessidades de negócios, recomenda Jim Finkelstein, presidente e CEO da FutureSense, uma empresa de consultoria especializada em organização e pessoas.

Uma pesquisa recente sobre a geração Y realizada pela MTV revelou que a maioria desses jovens acredita que o local de trabalho deve ser social e amigável. Eles querem horário flexível e menos envolvimento nos projetos que coordenam. Metade disse que não quer trabalhar em algo que não gosta e quase dois terços acham que deveriam treinar colegas mais velhos sobre uso de tecnologia.

Muitas empresas avaliam que a geração Y é preguiçosa, arrogante, incapaz de cumprir suas obrigações e isenta das regras. No entanto, Finkelstein, que escreveu um livro sobre como lidar com esses talentos, recomenda mudança dessa visão. Ele aconselha olhar para esses novos profissionais como pessoas que podem ser moldadas, que são seres famintos por informações e experientes em TI.

"A geração Y não deve ser vista como trabalhadores preguiçosos. A maioria deles são inovadores, criativos e aspiram a empregos que podem crescer e se desenvolver ", acrescenta Finkelstein. O consultor afirma que em espaço adequado esses talentos podem ser produtivos.

O consultor observa que esses jovens têm capacidade para executar várias tarefas ao mesmo tempo porque seus cérebros estão conectados de maneira diferente. Uma das razões é porque estão em contato com o computador desde que nasceram. Eles podem fazer as coisas com mais rapidez e eficiência. Porém, são chamados de preguiçosos porque não têm o hábito de pedir mais trabalho.

Prepare sua empresa
Primeiro, os CIOs e outros líderes de TI têm que entender que precisam desse tipo de talento em seu time. Mas é importante saber que metade desses jovens não quer ter um emprego que detesta, de acordo com o estudo realizado pela MTV. A maioria acredita que amar o que faz é mais importante do que um salário alto ou uma grande vantagem.

Com esse raciocínio, eles procuram organizações que têm reputação e que conseguem tornar o trabalho divertido ou interessante. Por isso os gestores de TI terão de saber como atrair-los. “Essas pessoas não vivem para trabalhar. Eles trabalham para viver. É importante construir uma imagem corporativa e ambiente atrativo, informa Finkelstein.

Segundo a pesquisa da MTV pesquisa, quase 90% da geração Y está à procura de um local de trabalho que seja social e divertido. Entre os entrevistados, 71% disseram que querem que seus colegas de trabalho sejam como uma segunda família. 

Uma parcela de 89% revelou que esperam aprender constantemente sobre o trabalho por duas vias: 75% querem um mentor e 90% desejam que os profissionais sênior da empresa ouçam suas idéias e opiniões (65% quer educar mais seus colegas de trabalho quando se trata de tecnologia e fazer as coisas).

Outros 95% dizem que sentem-se motivados a trabalhar mais quando sabem que o seu trabalho está indo na direção certa e entendem o seu papel no contexto global da empresa.

Veja a seguir cinco dicas para criar ambiente desejável para os novos talentos:

1- Importância da equipe
A geração Y quer se ver como parte de um todo. Para eles, as equipes são sociais e compartilham soluções criativas para os problemas. Os membros da equipe podem ensinar uns aos outros e aprender entre si. Esses profissionais muitas vezes prosperam em ambientes de desenvolvimento ágil, por exemplo.

2- Ofereça programas de treinamento
A geração Y é cheia de vontade de aprender e não quer ser encaixotada em uma única função. Eles anseiam aprender novas habilidades e ter oportunidade para experimentar coisas novas. "Eles vão tirar proveito de cada programa de treinamento”,  diz Finkelstein.

3- Trabalho no contexto do negócio
Esses jovens querem entender a importância do seu trabalho na empresa e o papel da organização no mundo. "Eles são considerados como parte de um todo e consideram que tudo é como a vida e o mundo em que vivemos", diz Finkelstein. Por isso, são muito interessados em ver a responsabilidade social corporativa. Também querem entender porque a companhia está explorando determinado tipo de negócio.

4- Incentive equilíbrio entre trabalho e vida pessoal
A geração Y é muito focada no momento atual. "Eles buscam um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Eles tentam aproveitar o estilo de vida e não a riqueza. Olham pessoas com mais de 30 anos com ombros caídos, esperando o fim, independentemente de sua carreira. Apontem para esse cara e dizem que não querem esse futuro", diz Finkelstein.

5- Contato com bons gestores e líderes

Finkelstein observa que bons gerentes são o que ouvem, transmitem confiança e educam seus subordinados. Ele destaca que um bom chefe também é divertido jovial e permite que os funcionários se divirtam. São pessoas que inspiram a invenção e criatividade. Não importa se são mais velhos. Acreditem que a idade não é o problema, é a qualidade.

O consultor percebe que os gerentes mais velhos podem comparar a geração Y com os seus filhos, mas devem ter cuidado para não assumir uma postura de "comando e controle" desses talentos. Gerentes mais jovens, muitas vezes criam um ambiente social muito mais rápido, mas deve ter capacidade para ser treinadores e mentores, aconselha Finkelstein.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sua empresa tem infraestrutura disponível?

Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada.

Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o seu site de e-commerce, que gera dezenas de milhares de reais receita, exibe uma mensagem de erro para todos os seus clientes potenciais. Com as redes sociais em ebulição, em questão de segundos esse problema pode cair no Facebook, Twitter ou em outras mídias dociais. Para piorar a situação, hoje não é um dia normal, mas a data de maior volume de negócios do ano, como acontece em períodos como Dia das Mães, Natal etc.

Este cenário de pesadelo é um exemplo extremo do que sua empresa pode experimentar com a indisponibilidade de serviço no pior momento possível. Nunca é uma boa hora para a queda de sistemas de negócios, mesmo em paradas planejadas. Hoje com empresas globais, funcionando em horários diferentes, a TI muitas vezes tem que funcionar 24 horas aos sete dias da semana, dependendo da atividade.

É por essa razão que as empresas estão cada vez mais construindo sistemas de negócios e infraestrutura que estejam sempre disponíveis para evitar quedas. Porém, não existe um botão mágico que permita isso. Os processo são complexos e demorados. Eles exigem planejamento e dsenvolvimento de uma estratégia para encontrar o local perfeito, que garanta que seus serviços funcionem 24 horas por dia, 365 dias por ano.

A Computerworld da Espanha traçou algumas dicas em conjunto com o instituto Forrester para ajudar a reduzir o impacto de quedas bruscas. Veja a seguir:

1- Entenda os custos da indisponibilidade de serviços críticos A maioria das empresas não sabe calcular quanto custa para os negócios a queda de sistemas críticos. Estimar o impacto de uma interrupção, contabilizar prejuízos com perda da reputação e retenção de clientes pode ser uma tarefa assustadora. É preciso saber colocar na ponta do lápis a receita que a empresa deixará de ganhar e todas as possíveis perdas, com adoção de medidas que assegurem que a situação não se repetirá.

Lembre-se que o cálculo do impacto varia de empresa para empresa. Ou seja o custo de downtime muda de negócio para negócio. No exemplo acima, é preciso saber quantos clientes potenciais deixaram de comrpar e em que hora o acidente aconteceu. Em que momento do dia o serviço ficou fora do ar e por quanto tempo. Uma interrupução ao meio dia tem um custo diferente de uma queda às 3 da manhã, dependendo da atividade da companhia.

2- Análise toda a infraestrutura Não se deve reduzir a ordem de armazenamento ou outro componente de qualquer estrutura de TI. A percepção holística geralmente é a correto. É importante considerar e calcular o tempo de toda a infraestrutura e sempre procurar soluções para os problemas de negócios de ponta a ponta.

3- Combinação entre objetivos de negócio e de TI Uma vez que você calculou o custo de inatividade e mudou a abordagem da análise da infraestrutura, avaliando de ponta a ponta, o próximo passo é selecionar as tecnologias adequadas para suportar os serviços críticos.

Atualmente, há muitas ferramentas que podem apoiar nesse processo, como arquiteturas específicas para reiniciar rapidamente as máquinas virtuais, monitoramento remoto de equipamentos ou de serviços baseados em nuvem e deduplicação.

A parte mais difícil é encontrar uma abordagem que case com seus objetivos de disponibilidade e que também coincida com o que a empresa está disposta a pagar para proteger sistemas críticos. Há ainda a opção de terceirizar a infraestrutura com um data center, contratar sites backups e ter um plano de continuidade de negócios, para que a operação volte em menor tempo possível.

4 – Disponibilidade 100% é quase impossível O objetivo das empresas não deve atingir 100% de disponibilidade de todos os seus sistemas de negócios, mas apenas para as aplicações críticas. Apesar ter muitas empresas que estão perto de atingir essa meta, a manutenção da infraestrutura disponível o tempo todo é praticamente impossível. Muitas coisas podem dar errado com infraestrutura e aplicações. Podem acontecer desastres naturais, erro humana ou até mesmo manutenção mal planejada.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/gestao/2012/05/09/sua-empresa-tem-infraestrutura-disponivel/

terça-feira, 8 de maio de 2012

Regulamentação Profissional na área de TI – Modelo Possível

Há alguns dias atrás publiquei um outro artigo sobre regulamentação que teve grande repercussão e ainda repercute na internet (http://www.tiespecialistas.com.br/2010/11/regulamentacao-ajuda-ou-atrapalha/). Diante disto, resolvi escrever mais um post sobre o assunto.
Estive garimpando os comentários e analisando a repercussão do post. Conversei com pessoas de outras áreas que são regulamentadas e criei um modelo ideal em minha mente.
Utopia? Não sei, acredito que não.
Difícil de ser idelizado? O que não é difícil?
De qualquer jeito, independente da opinião, acredito valer a pena a discussão.
Nos comentários muito foi dito, seguem algumas exemplos de idéias:
Graduação é importante e os graduados e não graduados têm as mesmas capacidades de aprendizagem;
Não adianta se iludir e achar que a regulamentação resolverá os problemas clássicos da profissão;
Deve-se trabalhar políticos para conseguir a regulamentação e que ninguém sairá perdendo, reconhecendo os profissionais que já atuam;
Nunca tive problemas com os chamados picaretas e a área de TI deve ser livre de amarras.
Agradar a todos? Impossível.
Entendo que o que temos que ter em mente é que podemos criar formas e mecanismos que tragam benefícios para o máximo possível de pessoas e também em pensar em melhorar o dia-a-dia dos profissionais atuantes deixando um legado para os futuros profissionais trabalharem melhor.
O fato é que os comentários que são gerados a partir da discussão de um assunto desta magnitude, serve como base, para uma regulamentação mais justa e funcional. Por menor que seja o alcance, só o fato de profissionais atuantes começarem a discussão já é uma vitória.
Sou totalmente a favor da regulamentação. Não era. Antes de iniciar a graduação, nem pensava nisso.
Hoje, tenho uma opinião clara: A regulamentação é importante, essencial.
Mas, vejam como são as coisas: do último post para esse, analisando os comentários, e conversando sobre o assunto, algo mudou.
Para mim o modelo  ideal de regulamentação é aquela que preza pelo bom desempenho da função de todos os profissionais em todos os ramos de uma determinada área; que está alerta e pronta a punir profissionais que insistam em trabalhar fora das suas diretrizes; que trabalhe para melhorar a especialização de todos oferecendo parcerias com instituições de ensino; e que teste os ingressantes de forma a garantir que apenas os profissionais realmente habilitados possam exercer a profissão, independente da instituição de formação.
Estes são os alicerces básicos. Com a discussão isso muda. No âmbito político, sofre alterações, e ao final, temos diretrizes discutidas e lapidadas prontas para entrar em operação.
O principal elemento de discussão não é o político, é o nosso. É a partir dele que a sociedade passa a conhecer de fato o que fazemos e qual a nossa missão.
Vamos analisar os alicerces:
1. Preza pelo bom desempenho da função de todos os profissionais da área de TI;
Obviamente um conselho que se preze deve fiscalizar e  garantir que os profissionais estejam trabalhando dentro das suas diretrizes éticas, técnicas e operacionais, visando a boa imagem de todos e protegendo os investimentos dos clientes.
2. Estar  alerta e pronta a punir profissionais que insistam em trabalhar fora das suas diretrizes;
O conselho com base nas diretrizes definidas na regulamentação deve punir com rigor os profissionais que atuam no descaminho ou fora das suas diretrizes, em resumo, oferecem um mal trabalho à sociedade, sem corporativismo.
3. Trabalhar para melhorar a especialização de todos oferecendo parcerias com instituições de ensino;
No intuito de melhorar os serviços prestados à sociedade e dessa forma prezando pela imagem de todos e dele mesmo o conselho deveria oferecer condições igualitárias de especialização a todos firmando parcerias com instituições de ensino.
4. Testar os ingressantes de forma a garantir que apenas os profissionais realmente habilitados possam exercer a profissão;
Este item é um dos mais importantes: De nada adianta um conselho e uma profissão regulamentada que fique apenas na teoria e atue apenas na burocracia; isso seria apenas aumentar as contas à pagar de cada profissional ao final do ano, gerando apenas anuidade. Isso não pode ser o principal. O teste dos ingressantes é importante para garantir que apenas os mais preparados atuem. Não importa em qual instituição o profissional se formou, uma vez que, o nome da instituição por si só não garante a qualidade do profissional ao mercado, o que importa é o que o conselho da área de TI verifique se aquele profissional foi bem formado e está apto a exercer a profissão.Uma forma de garantir uma isonomia a todos: formem-se onde quiserem, mas teremos que aprovar. Isso teria um efeito benéfico em toda cadeia educacional da área, pois, os cursos ruins seriam banidos e os estudantes se preocupariam mais em se formar apenas nos melhores cursos, ou, se formarem adequadamente.
Podemos trazer profissionais de outras áreas para discutir o assunto, isto enriquece a discussão. Um exemplo prático é que mudei alguns pontos da minha opinião depois que conversei com um amigo que é engenheiro, professor da Unifesp e Doutor em engenharia mecânica na Alemanha. Alguma coisa mudou. É um exercício de reflexão que leva em consideração o que ocorre na realidade de outras áreas. Isso contribui para o objetivo final que é discutir e chegar a um consenso e assim formar um conselho forte, atuante  e em sintonia com a realidade da sua área e com os anseios dos seus profissionais.
Um bom exemplo de conselho forte é a OAB. É forte e tem respeito social. Até os políticos respeitam e usam do prestígio da instituição em suas campanhas. Sempre que há uma polêmica a OAB é consultada. Isto é construído com anos de trabalho e agora, enfim, existe o reconhecimento social.
Lógico, que , mesmo assim, existem maus e bons profissionais, isto sempre vai existir. Escândalos, corrupção. O importante é que os conselhos estejam alertas e não hajam com corporativismo, atuem sempre em prol da categoria que representa, e isso às vezes, significa “cortar na própria carne” ou seja, punir um colega.
Um conselho bem estruturado contribui para a imagem dos seus representados e conseqüentemente de toda a área que representa, além de cuidar da imagem, o conselho impõe regras e condições  mínimas de trabalho para que as empresas sigam e não apenas explorem a mão de obra, que também contribuam para o futuro desse profissional (aposentadoria digna, formação, atualização, etc)
Hoje em dia, cada empresa “faz” sua lei nos contratos de profissionais da área, e inventam maneiras diversas de burlar a lei: CLT Flex, PJ,   etc. Em recente tentativa de restringir a exploração das empresas à mão de obra na forma de uma lei (lei das empresas de uma pessoa só (PJ)) o que aconteceu? engavetou-se a pedido dos contratantes, lógico.
E o que fizemos?, nada (porque não temos representatividade social e conseqüentemente política, e pasmem: os empregadores tem, engraçado não?) , somos passivos. Esperamos as coisas acontecerem, e logicamente, nada acontece.
A organização é essencial para contemplar também esses aspectos trabalhistas. Sei que existem pessoas que digam: “Aceita quem quer.” é verdade, contraponho: “Quem têm mais influência ao exercer o poder de persuasão? As empresas ou os trabalhadores? Há! não esqueçam de considerar aspectos econômicos ao responder essa questão.”

Fonte:http://www.tiespecialistas.com.br/2010/11/regulamentacao-profissional-na-area-de-ti-modelo-possivel/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Qualificação de profissionais e retenção de talentos

O grande patrimônio de qualquer empresa são as pessoas, os talentos diferenciados que imprimem sua marca em qualquer atividade que executam.
O sucesso de qualquer projeto depende invariavelmente do comprometimento, empenho e dedicação de indivíduos determinados a conquistar o melhor resultado possível.
Como senso comum, não basta as empresas investirem os melhores recursos tecnológicos e volumosas somas de dinheiro, como condição única de alcançar seus objetivos. Essas duas condições, obviamente relevantes, sem o grupo certo de pessoas para executar e garantir a realização das ações e tarefas do plano estratégico, não serão suficientes para assegurar que os objetivos sejam atingidos.
Eu gosto muito de fazer uma analogia com o futebol do passado: Na minha época de adolescente torcedor, um craque (que é a maneira como chamamos um “talento” no futebol) fazia sua carreira inteira num mesmo time – O Pelé teve sua fama e imagem associada ao Santos, o mesmo valeu para o Rivelino com o Corinthians, o Ademir da Guia com o Palmeiras e o Zico com o Flamengo.
Os “talentos” nasciam, evoluiam e se consagravam num único time (empresa). Não havia naquela época a caça voraz por “talentos” alheios.
Os tempos mudaram. Hoje a urgência na execução e atingimento de resultados adicionou um componente novo nas dificuldades enfrentadas pelas empresas em sua busca pelo sucesso: a caça aos talentos (atividade batizada pelos americanos de Head Hunter). Atualmente é prática corriqueira no mundo empresarial, a tática de atrair talentos alheios já preparados e qualificados, para suprir a demanda por capital intelectual.
O grande desafio das empresas, e dos distribuidores de TI, ao enfrentarmos esse drama talvez de forma mais acentuada, uma vez que nosso setor requer altos índices de especialização técnica, é o de conciliar o investimento em qualificação de profissionais (indiscutivelmente essencial aos negócios) e os programas de retenção de talentos, com os ataques, nem sempre éticos de concorrentes e fornecedores, em busca de recursos preparados e prontos para operar com altos graus de produtividade.
A formação de mão de obra especializada é um processo lento, permanente e invariavelmente de alto custo. Suportar a formação de um profissional desde os estágios iniciais de sua carreira até o atingimento de sua plenitude operacional requer diversas etapas que não podem ser encurtadas. Do ponto de vista logístico, cada novo curso, treinamento, seminário ou congresso que determinado empregado da empresa venha a participar, requer uma anterioridade, que lhe cria os pré-requisitos para mudar de fase. Tão simples quanto para frequentar uma universidade, uma pessoa precisa formalmente concluir o ensino secundário.
Porém, diferentemente da formação acadêmica que provê ao indivíduo uma formação generalista, que servirá de base para a sua futura especialização, a qualificação do profissional dentro das empresas, encaminha o individuo rumo à alta especialização, ao conhecimento focado voltado à alta produtividade.
E é com esse investimento que as empresas devem se preocupar. Um profissional bem qualificado é tão relevante para a execução das estratégias empresariais quanto a mais moderna tecnologia. Ao realizar a aquisição de dada tecnologia, as empresas adicionam um ativo em seu patrimônio, de maneira similar a aquisição de um bem imóvel.
O investimento na qualificação de profissionais é tratado como despesa e torna-se patrimônio intelectual do indivíduo e não da empresa. Essa lógica só é revertida com programas de retenção de talentos, através dos quais as empresas criam mecanismos de fidelização de seus empregados, objetivando aumentar a longevidade desses recursos na empresa.
Essa equação não é simples, uma vez que ela deve atender de forma eficiente, os objetivos da empresa, tais como, tecnológicos, econômicos e estratégicos, e conciliá-los aos anseios do individuo, tipo, bem estar, estabilidade financeira e realização pessoal.
Focando a discussão na distribuição de TI, a necessidade de qualificar profissionais estratégicos a nossa atividade é fundamental. É impossível imaginar um distribuidor de TI sem especialistas de produtos, sem vendedores permanentemente treinados e reciclados, sem analistas de pré e pós venda, sem técnicos em tecnologia da informação, engenheiros de hardware e software, só para relacionar alguns cargos e funções essenciais à execução do negócio.
Nenhum desses profissionais vem prontos. Não existem faculdades nem cursos preparatórios de especialistas de produtos, nem de vendedores de TI. Esses recursos têm de ser treinados e formados dentro das próprias empresas.
Cumprindo todo ciclo e ritual já abordado acima, é fácil supor que os investimentos realizados na formação desses profissionais, não conseguem ser amortizados em curto prazo. É extremamente importante que cada um desses profissionais treinados, qualificados e produtivos permaneça na empresa por tempo suficiente, não só para permitir o equilíbrio entre investimento x retorno, quanto para assegurar que todo esse potencial intelectual fique a serviço da empresa que o viabilizou.
Por isso a migração sem regras e sem respeito, de profissionais entre empresas de um mesmo setor, concorrentes ou fornecedoras, tem efeito muito negativo nas políticas de qualificação e retenção de talentos, muitas vezes criando fatores inibidores dentro das empresas, o que, em última instância acaba instituindo um verdadeiro círculo vicioso entre a efetiva necessidade de se investir em qualificação e programas de retenção, e o risco de se investir e transferir o fruto do investimento, sem ter necessariamente usufruído de todos os benefícios esperados.
Às vezes sinto saudades dos “craques” de um time só do passado, mas aceito o fato de que vivemos novos tempos, que têm demandas e expectativas diferentes e, precisam ser encarados pragmaticamente dessa forma. Hoje em dia, bons profissionais são menos longevos na história das empresas e, de certa forma, desde que de maneira ética, a alternância de recursos humanos entre empresas, as força a sair de suas “zonas de conforto” e manter uma atitude alerta com relação à preservação de seu principal patrimônio intelectual: As pessoas.

Fonte:
http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/qualificacao-de-profissionais-e-retencao-de-talentos-como-minimizar-a-migracao-e-perda-de-recursos/

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Conhecimento, Tecnologia e Trabalho Colaborativo

A comunicação como uma das mais primitivas e distintivas formas de diferenciação da raça humana, particularmente ao longo dos últimos anos, vem sofrendo profundas alterações tanto em relação a sua capacidade de disseminar informações quanto de prover o seu acesso.

Com a massificação do uso e acesso a Internet representando 25,6% da população mundial (Internet World Stats), as pessoas passaram a ter a capacidade de se comunicar e se relacionar de formas a impactarem não somente a comunicação pessoal, como também a comunicação corporativa. As redes digitais estabeleceram uma nova forma de produzir, disseminar e compartilhar conhecimento.

Como um dos principais atributos desta nova lógica de comunicação, podemos destacar um outro fenômeno, não menos importante, que é o da convergência digital, em que a interação associada à possibilidade da convivência simultânea de áudio, texto, vídeo, animações, imagens, etc formaram o palco ideal para que a comunicação em suas mais variadas formas e formatos, propósitos e objetivos pudesse se manifestar com a intensidade que a vemos hoje.

Neste novo cenário, onde tudo e todos parecem estar interconectados por meio da Web e de seus dispositivos de acesso (computadores, celulares, TVs, etc), novas formas de trabalho surgem e se viabilizam, como o trabalho remoto e o trabalho colaborativo.

O trabalho colaborativo nos ambientes empresariais passará a ser explorado cada vez mais, buscando ganhos de sinergia, produtividade, integração entre equipes multifuncionais e geograficamente distantes. O compartilhamento de conhecimentos antes restritos a pessoas e/ou áreas torna estes passíveis de serem usados e beneficiados coletivamente, o que, via de regra, possibilita ganhos em eficiência e competitividade frente aos modelos mais estanques e menos integrados das organizações formais e menos “digitais” de trabalho.

Alguns pré-requisitos devem ser analisados e considerados para que se obtenham os melhores resultados derivados da colaboração entre diferentes agentes. Além dos fatores humanos relacionados a aptidões e incentivo à colaboração, uma estrutura de dados organizada e eficiente, padrões definidos de comunicação, espírito de equipe e um correto planejamento dos papéis e responsabilidades de cada membro são fundamentais para o sucesso de qualquer iniciativa de trabalho em grupo.

O suporte proveniente da tecnologia da informação, aliado a modelos testados de colaboração entre pessoas, acabou por gerar padrões e formas diferenciadas e específicas de trabalho cooperativo, tais como wikis, blogs, fóruns, workflows de projetos, dentre outros. As formas ou padrões de colaboração a serem utilizados variam de acordo com características e particularidades de cada projeto, empreitada, empresa e/ou setor de atuação; porém, alguns fatores e variáveis como temporalidade, localização, complexidade dos temas e maturidade dos participantes acabam por definir a melhor forma ou ferramenta a ser utilizada.

Apesar de o trabalho colaborativo, como o conhecemos hoje, ter de atribuir grande parcela de sua realização à tecnologia da informação, o que se evidencia cada vez mais é a importância da informação e do conhecimento que trafega de forma clara e objetiva por caminhos pavimentados pelas complexas estruturas e sistemas de TI.

Vivemos na Era do Conhecimento, em que a informação precisa ser trabalhada, processada e beneficiada para que se torne aplicável a cada uma das situações possíveis. A troca de opiniões, os debates, a agregação de visões e conhecimentos complementares de forma organizada e direcionada são e serão, sem dúvida alguma, um dos mais importantes fatores de diferenciação competitiva e de desenvolvimento humano.

Fonte:
http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/conhecimento-tecnologia-e-trabalho-colaborativo/

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Leilão de profissionais ou simplesmente falta de um?

Interessante processo que está ocorrendo principalmente nas grandes cidades, falta de profissionais; Em alguns setores não se encontra profissional qualificado para exercer funções específicas. Desta forma, o interessante é ter o especialista generalista? Sinceramente não posso afirmar que sim, pois para iniciar o processo de (“generalizar” o analista) é necessário contar com um profissional que tenha um perfil ousado, que possa controlar sua carreira e expandir sua qualificação sem perder seu foco.
 
Ponto negativo: Se ocorre do profissional não querer assumir uma condição de aprender outras tecnologias, mas, não dizer que não quer, com o passar do tempo o gestor irá constatar que o rendimento não foi o esperado e que ocorreram desperdícios que para serem revertidos gerarão um desgaste no processo como um todo. Analistas com maior volume de trabalho e alto grau de estresse, perda de controle de documentação e falta de gerenciamento do tempo, gerando rotatividade de profissionais em virtude da qualificação dificilmente encontrada no mercado.

Ponto positivo: Para o profissional que se dispõe a essa condição, encontra a possibilidade de abrir o leque de conhecimento e com isso tornar-se mais atrativo para o mercado.

A empresa consegue montar um plano de atendimento enxuto dentro de suas características de mercado, otimizando custos e ao mesmo tempo aumentando o domínio de plataformas de mercado.
Caberá a empresa decidir que rumo dará a partir do momento em que essa escassez de profissionais qualificados se torna evidente e aflige gestores que necessitam dessa mão de obra e não acham, os projetos continuam, a entregas se aproximam e as cadeiras permanecem vazias. Cabe a área que cuida de pessoas na empresa em conjunto com os executivos pensar em soluções para garantir que a empresa se torne atrativa em termos de crescimento. Insisto em regras claras de desenvolvimento aonde o colaborador que chega deve saber onde está e onde pode chegar deverão ser desenvolvidas onde ainda não existe. Outra postura que as empresas devem considerar é que, se forem manter o seu quadro cobrindo propostas, se tornará empresas inviáveis, de pouca rentabilidade, é necessário refletir que critérios deverão ser adotados, políticas claras deverão ser publicadas e, ao invés de possuir um time de custo elevado, pois, nem sempre alto custo significa grande qualidade, deverá investir no crescimento e na reciclagem, mantendo no mínimo um backup em cada área de atuação, qualificando o time e ao mesmo tempo motivando com possibilidades de crescimento e a manutenção da expertise da empresa. 

Por: Milton Nunes

quinta-feira, 29 de março de 2012

Como deve agir a TI para obter aprovação do CIO em projetos?

Quando as equipes de TI de data center e instalação se reunem com o Chief Information Officer (CIO) para falar sobre a possibildiade de aquisição de equipamentos, as conversas raramente são fáceis. A tecnologia que procuram muitas vezes é cara, na faixa de seis ou sete dígitos, e justificar o investimento pode ser um desafio.

Durante um fórum realizado recentemente em Las Vegas, no Estados Unidos, alguns gestores compartilharam suas técnicas para obter a aprovação do CIO para comprar novos equipamentos. Como a discussão foi informal, estabeleceu-se que nenhum nome seria publicado.

Um ponto comum da discussão é que na maioria das grandes empresas, o CIO está cada vez mais visto pela equipe técnica como alguém de negócios e com conhecimento técnico limitado. Esse pode ser o primeiro obstáculo para viabilizar um projeto.

Torne o projeto real
“Os CIOs, hoje, não entendem os projetos do ponto de vista técnico", disse um gerente de TI. Outro apontou que "conforme o tempo passa, os CIOs estão cada vez menos técnicos”.

CIOs querem visualizar o business case e o retorno sobre o investimento (do inglês ROI) por trás do pedido do equipamento. "Você geralmente precisa falar com eles em termos de negócios", disse uma pessoa na mesa redonda.

O processo também significa definir o pedido de forma que os benefícios do projeto, bem como as consequências de não investir nele, sejam facilmente visualizados. Um gerente aconselhou, por meio de uma abordagem simples, uma aproximação com o CIO. "Deixe-me dizer o que de ruim pode acontecer se você evitar realizar esse investimento”, apontou. 

Apresentações devem ser curtas

O que os gerentes de TI observam é que quanto maior a empresa, menos tempo o CIO tem para você. Um dos executivos recomendou resumir a solicitação de equipamentos ou projeto em uma folha de papel. O gerente também sugeriu chegar à reunião com uma apresentação que pode ser entregue em um prazo de cinco minutos.
Alguns na mesa redonda disseram que os CIOs podem, por vezes, fazer perguntas fora do foco do projeto. A razão, sugeriram eles, é "eles estão vendo se esse projeto é algo que você está realmente disposto a lutar."

Seja diplomático e educado
É importante garantir que as pessoas que assinam a compra de plataformas de TI em uma empresa ou instituição entendam o que você está fazendo, alguns aconselham. Uma boa dica é conhecer as pessoas no departamento de finanças que trabalham com compra de TI.

Um gerente disse que sempre que instala um novo equipamento, ele convida a equipe da área Financeira para visitar o data center para que elas vejam a tecnologia funcionando. Construir essas relações pode ajudar a vender os projetos futuros. "Isso torna mais tangível", afirmou.

Ofereça opções

A ideia de dar alternativas aos CIOs estimulou o debate. Um gerente recomendou ir ao encontro com o chefe com três opções: uma opção high-end “tudo-o-que-precisamos”, outra “essa-vai-nos-ajudar-a-realizar-o-trabalho” e, por fim, uma opção de esqueleto. "Uma delas vai funcionar”, apontou um dos profissionais de TI. Apareceu também uma sugestão para oferecer abordagens de curto prazo.

Ao sugerir alternativas ao CIO, assinalou um defensor dessa abordagem, "é possível oferecer algum controle sobre a solução”. Mas há ceticismo sobre essa prática. "Se você dá a opção superbarata, ele pode ficar com ela e então você está preso a essa sugestão”, observou um participante.

terça-feira, 20 de março de 2012

Case para iPhone que serve como carregador

Bom dia amigos,

Você imaginou ter um case (capa) para o seu iPhone e o mesmo já servir de carregador ?
Bom é isso mesmo a informação vem do site Kickstarter, onde o projeto pode ser visto. O que falta apenas é o investidor para que possa sair do papel essa idéia maravilhosa.... 



Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/03/case-para-iphone-ja-vem-com-um-plug-embutido-para-carregar-bateria.html

quarta-feira, 14 de março de 2012

As 7 gafes mais bizarras na entrevista de emprego

Não é preciso ser um especialista em processos de seleção para saber que atender ao celular durante uma entrevista de emprego é um deslize que pode custar o futuro de sua carreira. Mesmo assim, de acordo com pesquisa do Career Builder, este é um dos erros mais comuns durante um processo de seleção.
Ao todo, 77% dos recrutadores entrevistados afirmaram já ter presenciado isso em uma entrevista.
Mas as gafes não terminam por aí. Vestir-se de uma maneira incorreta e criticar o atual emprego também foram apontados como deslizes mais destrutivos para a na entrevista de emprego. Veja o ranking:
 
Erro na entrevista de emprego Número de recrutadores *
Responder a uma ligação ou SMS 77%
Mostrar desinteresse 75%
Vestir-se de maneira incorreta 72%
Mostrar arrogância 72%
Falar mal do atual ou antigo emprego 67%
Mascar chiclete 63%
* quantidade de recrutadores que apontaram como um erro destrutivo para a entrevista
Há pessoas, contudo, que ultrapassam o limite do grosseiro e assumem comportamentos capazes de deixar qualquer recrutador de cabelo em pé. Confira abaixo quais foram as posturas que mais assustaram os headhunters participantes da pesquisa do Career Builder:
1. Trazer para a entrevista um livro com dicas para encarar uma entrevista de emprego
2. Perguntar: “Qual é esta companhia mesmo?”
3. Interromper uma entrevista de emprego por telefone, deixar o recrutador esperando e, ao retornar, contar que tem um encontro amoroso agendado para a sexta seguinte.
4. Falar que pontualidade é um de seus pontos fortes após chegar atrasado na entrevista.
5. Referir-se a si mesmo em terceira pessoa
6. Tirar os sapatos durante a entrevista de emprego
7. Pedir um gole do café do recrutador

segunda-feira, 12 de março de 2012

Navita oferece 25 vagas para a área de TI

Até o final 2012, a Navita, especializada em Mobilidade e Telecom, espera fechar seu quadro com cerca de 150 funcionários. Para isso, está com vagas abertas para oportunidades efetivas em São Paulo e Rio de Janeiro – onde a empresa tem escritórios –, para as áreas de Desenvolvimento, Comercial, Gestão de Custo e Serviços de Telecom, Alianças & Parcerias, Pré-Vendas e Analista de Processos Especialista em Information Technology Infrastructure Library (ITIL).

Os cargos pedem fluência na língua inglesa e graduação em engenharia de software, ciência da computação, análise de sistemas e outros cursos voltados à área de TI. No próprio site da empresa [www.navita.com.br], é possível se cadastrar. A forma de contrato é CLT, e a empresa oferece treinamento qualificado, assistência médica, curso de idiomas e extracurriculares, além de vale-refeição e vale-transporte.

Brasileira e focada em gestão de Mobilidade e de Custos de Telecomunicações, a Navita atua em gestão de smartphones e tablets (MDM – Mobile Device Management) e gestão completa de custos de Telecom (T.E.M. – Telecom Expense Management), além de desenvolver aplicativos para as diversas plataformas, como iOS, Windows Phone, Android e BlackBerry.

terça-feira, 6 de março de 2012

CNASI - Congresso de Auditoria de TI, Segurança da Informação e Governça

Bom amigos, faço-me presente ao evento fazem 5 anos... esse ano não poderei ir por motivos pessoais e financeiros, mas tomei a liberdade de aqui divulgar o evento... Vale muito a pena para quem quer conhecer mais sobre Segurança da Informação.

Em 2012 o CNASI- Congresso de Auditoria de TI, Segurança da Informação e Governança- Rio de Janeiro completa sua 15º edição. Este ano o evento ocorrerá nos dias 26 e 27 de março das 8h30 às 17h30, no Centro de Convenções Sulamérica - Av. Paulo de Frontin, nº 1.
Para está data especial uma programação foi montada com foco em Governança de TI, Compliance e Auditoria. Dentro da temática serão desenvolvidos cursos para profissionais de Tecnologia da Informação com os melhores especialistas do mercado. Palestras técnicas e casos de sucesso, também fazem parte do CNASI-RJ, desta vez serão apresentados conceitos e experiências de empresas da área de TI. Para completar haverá painéis de discussão sobre os temas mais instigantes de Auditoria.
A 15º edição do CNASI-RJ contará com a presença de autores conceituados, para sessão de autógrafos. No dia 26 o Sr. Edison Fontes, autor de Praticando a Segurança da Informação, e dia 27 a Dra. Patrícia Peck, autora do livro e áudio-livro - 4ª Edição Direito Digital.
Profissionais como Rodolfo Giacco - Coordenador de Planejamento de Segurança da Informação da TV GLOBO, Antonio Luiz De Almeida Vieira- sócio-diretor da OYS Academy e Hugo Coelho De Alvarenga Peixoto-coordenador de segurança da informação da Petrobras, fazem parte do time de especialistas que ministrarão cursos e palestras na CNASI-RJ.
As inscrições estão abertas através do site: www.cnasi.com.br/rj/inscricao.php

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

350 Vagas para especialistas .NET e Java

A BRQ IT Services está selecionando 370 profissionais para atuar em suas unidades de SP, PR e RJ. As oportunidades são para especialistas nas tecnologias .Net e Java.

 As vagas são para os níveis Junior, pleno e sênior e é necessário que se tenha alguma vivência na análise e desenvolvimento das linguagens citadas acima.
Os pré-requisitos exigidos são curso superior em andamento ou completo em faculdades de tecnologia como ciências da computação, tecnologia em processamento de dados ou engenharia de software.

Os interessados devem acessar o site da empresa para obter mais informações sobre as vagas e se inscrever. O candidato pode ainda enviar o curriculum para os endereços de e-mail das filiais vagas-sp@brq.com, vagas-cwb@brq.com, vagas-rj@brq.com;